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Veja JESUS - A RESSURREIÇÃO 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

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Gênesis começa com o fato de que homens e mulheres foram criados iguais à vista de Deus e na presença um do outro. A criação de ambos é considerada muito boa (Gn 1.31).

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O BATISMO DE JESUS

batismo de JesusAo contemplar o homem de uns 30 anos que se aproxima do rio afastando os caniços, João exclama: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo (Jo 1.29). Todos os olhares se voltam para aquele jovem de túnica branca, que marchava resolutamente cortando as águas na direção de João Batista. A multidão olha para os dois homens que se aproximam dentro do rio. Parece que eles conversam. Alguns conseguem ouvir o estranho diálogo: Eu careço de ser batizado por ti, e vens tu amim? Jesus, porém respondendo, disse-lhe: Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça. Então, ele o permitiu (Mt 3.14,15).

O BATISMO DE JESUS

João Batista eleva os olhos ao céu, abaixa a cabeça e, em seguida, batiza Jesus nas águas do rio Jordão. Imediatamente após, João escuta: Este é Meu Filho amado, em quem me comprazo (Mt 3.17; Mc 1.11; Lc 3.22). Uma luz mais viva do que a manhã fulgurante desce das alturas, e o Espírito de Deus, tomando a forma de uma pomba, resplandece sobre Jesus.

Por que o Espírito de Deus assumiu a forma de uma pomba? Em outro tempo, foi uma sarça ardente que apareceu aos olhos de Moisés. Depois foram os raios e trovões do Sinai. E agora, uma pomba. A graça divina havia se manifestado de diversas maneiras, simbolizando a vontade do Deus Único, que condenaria, mais tarde, os crimes e os pecados. Ora, era a paz que descia sobre o mundo. O Cordeiro de Deus, a vítima inocente de todos os pecados, revelava aos olhos de João a ave anunciadora da aliança de Deus com Noé e com a humanidade, depois do dilúvio.

Numa noite, nos campos de Belém, os pastores não tinham ouvido a anunciação dos tempos, proclamando paz na terra aos homens de boa vontade? João compreendeu tudo. E, quando a multidão se despede no crepúsculo, ele reúne alguns discípulos e lhes diz:

Eu vi o Espírito descer do céu como pomba, e repousar sobre ele.
E eu não o conhecia, mas o que me mandou a batizar com água, esse me disse: Sobre aquele que vires descer o Espírito, e sobre ele repousar, esse é o que batiza com o Espírito Santo.
E eu vi, e tenho testificado que este é o Filho de Deus.
João 1:32-34

POR QUE JESUS SE SUBMETEU A UM BATISMO DE ARREPENDIMENTO?

Estranho procedimento aquele de Jesus. Que necessidade teria Ele, o Salvador do mundo, o Verbo encarnado em pessoas, de submeter-se a um ritual que pressupunha a existência de pecado e a necessidade de conversão de quem o praticava? Não era o batismo de João um batismo de arrependimento? Desde antigamente, esse problema teológico fora levantado. E as soluções dadas para ele têm sido estranhas.

O verdadeiro motivo que levou o Salvador a submeter-se ao batismo de João não está em Sua pessoa ou em Seu Ser moral, mas em circunstâncias externas. Neste caso, o problema se simplifica e pode ser resolvido com facilidade.

Jordão

Vista aérea da grande área de depressão do Jordão nas proximidades do mar Morto

O próprio João Batista desatou, parcialmente, o nó dessa dificuldade, quando disse: E eu não o conhecia, mas, para que Ele fosse manifestado a Israel, vim eu, por isso, batizando com água (Jo 1.31). O batismo de Jesus haveria de servir, portanto, para revelar o Messias solenemente a João e, em seguida, por intermédio deste, o Filho de Deus seria revelado ao mundo, nas gloriosas condições que logo estudaremos.

Justino, aquele que foi martirizado no século II e é considerado um dos pais da Igreja, sem deixar de aceitar este motivo, sugeriu-nos outra explicação não menos excelente: "Ainda que tenha nascido como Jesus Cristo e habitasse em algum lugar, não era ainda conhecido nem exerceria poder algum até que o novo Elias o houvesse consagrado pela unção".

O batismo funcionou para Jesus da mesma forma que a unção santa funcionava para os reis e sacerdotes. O Espírito Santo lhe deu uma nova plenitude, e o Pai o proclamou Seu Filho muito amado. Com isso, tanto exterior como interiormente, Jesus foi investido de pleno poderes para começar o Seu Ministério.

Aquele que até então vivera como um homem comum se manifestaria publicamente como o Messias, depois de ter recebido o batismo. Esta cerimônia foi, digamos assim, Sua ordenação, Sua consagração messiânica, o selo oficial de Sua dignidade.

O BATISMO DE JESUS FOI UM DOS PONTOS CULMINANTES DE SUA VIDA

Reflitamos, porém, um pouco mais. Entre Jesus (santíssimo, perfeitíssimo) e o batismo de arrependimento, existia uma oposição real e ainda patente com a tradição. Mas o Filho de Deus não havia encarnado para tomar sobre si e expiar os pecados dos homens? Pois então, o tempo de inaugurar Seu ministério harmonizava-se muito bem com a Sua missão. Por isso, Ele tomou a aparência e a atitude de um pecador, de alguém que se arrepende (mesmo não tendo nenhum pecado), esperando ser, um dia, na cruz, a nossa vítima propiciatória.

Conforme profunda metáfora de João, Jesus foi ao Jordão para ser batizado na condição de Cordeiro de Deus (Jo 1.29), carregando os pecados da humanidade inteira. "Mesmo sendo puríssimos, o Sol, a Lua e as estrelas não se banham no oceano?", perguntou retoricamente Meleton. Mesmo sendo superior a João, Jesus expressou uma atitude de respeito e submissão diante do profeta. Um grande exemplo para todos nós. O batismo de Jesus merece, portanto, ser considerado um dos pontos culminantes de sua vida.

Logo, podemos dizer que sua viagem de Nazaré até o rio Jordão foi o passo mais importante que o Salvador resolvera dar desde aquele outro que o trouxera do céu ao ventre de Maria. Foi um momento solene aquele em que Jesus, aproximando-se de João, pediu-lhe que o batizasse!

Será que os dois estavam sozinhos às margens do Jordão? Nenhum evangelista supôs a presença de outras testemunhas, a não ser João Batista. Será que os primos se conheciam pessoalmente ou, pelo contrário, aquela era a primeira vez que se viam face a face?

Ainda que não seja impossível que, com seus respectivos pais, já tivessem se visto em Jerusalém, por ocasião das peregrinações prescritas pela lei mosaica, o certo é que os evangelistas não mencionam outra vez, fora aquela do batismo, em que Jesus e João tenham se encontrado. Se eles já tivessem se visto antes, isso deveria ter ocorrido há muito tempo, pois o precursor disse que antes desse encontro não conhecia o Messias (Jo 1.31).

O breve diálogo entre João e Jesus, quando este se mostrou, indica que João o reconheceu imediatamente como o Messias. Mas foi em virtude de um pressentimento sobrenatural, a qual precedeu a manifestação do Espírito Santo por meio da qual Deus revelou seu Filho Então, João Batista protestou energicamente e recusou-se a batizar Jesus. A argumentação de João foi: Eu careço de ser batizado por ti, e vens tu a mim? (Mt 3.14b)

Como Sua mãe em outro tempo, diante de Maria naquela visitação (Lc 1.40-45), João se humilhou e proclamou sua indignidade ao dizer que não lhe era conveniente batizar aquele de cujas sandálias ele não se sentia digno de desatar nem as correias. Mas Jesus, com voz doce e tranquila, deu-lhe esta admirável respostas: Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça. Então, ele o permitiu (Mt 3.15). Com esta argumentação, Jesus reconheceu quanto João estava bem fundamentado para apresentar sua objeção.

O Messias não estava obrigado a receber o batismo das mãos de Seu subordinado. Mas esta cerimônia era uma preparação para o ministério messiânico, e Jesus dava cumprimento ao plano divino. Mais adiante, Jesus diz expressamente que o batismo do precursor era um desígnio de Deus, o qual os fariseus e os escribas haviam menosprezado recusando-se a submeter-se a ele, enquanto o povo e até mesmo os publicanos batizados por João tinham aceitado e ingressado no reino de Deus (Mt 21.31). Daí a conveniência de que o Messias se submetesse também a esse ritual, mesmo que fosse humilhante para Ele. Mas a hora em que Jesus tomaria o lugar de honra devido estava próxima.

A frase do Salvador - assim nos convém cumprir toda a justiça - pôs fim àquela comovedora recusa de João em batizar o Filho de Deus. Assim, contrariando a si mesmo, João batizou o Messias e, com isso, chegou ao cume de sua grandiosa carreira. Mas seu ministério não havia terminado ainda. João ainda daria testemunho de sua missão de precursor de Cristo.

O batismo de Jesus, não obstante sua importância, não foi descrito em detalhes por nenhum dos evangelistas, que se contentaram somente em falar dele brevemente. Insistem, em contrapartida, nos fenômenos de natureza superior que se seguiram à imersão do Salvador nas águas do Jordão. Várias vezes, por ocasião das "humilhações" de Jesus, Deus se manifestou com gloriosos prodígios, dando testemunho sobre a grandeza de Seu Eleito, como, por ocasião do batismo, o Messias recebeu de Seu Pai celestial um esplendoroso testemunho.

Assim que saiu das águas do rio, colocou-Se em oração, como o faria em outras solenes circunstâncias de Seu ministério. Não é difícil adivinhar o objetivo da fervorosa oração do Recém-batizado. Jesus se consagrou generosamente ao Pai, colocando-Se inteiramente à disposição dEle e oferecendo-Se como vítima universal. A resposta do Pai a esta fervente oração não se fez esperar.

E, logo que saiu da água, viu os céus abertos, e o Espírito, que como pomba descia sobre ele.
E ouviu-se uma voz dos céus, que dizia: Tu és o meu Filho amado em quem me comprazo.
Marcos 1:10,11

Jesus e João viram como que o céu se abrindo. E, repentinamente, apareceu o Espírito Santo, em forma de uma pomba, que desceu sobre Jesus e permaneceu algum tempo sobre Ele (Jo 1.32), a fim de estabelecer nEle Sua morada. Depois, ouviu-se uma voz que exclamou: És o meu Filho amado, em quem me comprazo (Mc 1.11).

Não serão, portanto, inúteis algumas explicações sobre estes maravilhosos acontecimentos. Digamos, antes de tudo, que, segundo os Sagrados Relatos, aqueles fatos tiveram uma realidade objetiva e exterior; não foram unicamente uma visão da alma de Cristo ou de João Batista. A linguagem dos Evangelhos não dá lugar para nenhuma dúvida neste particular. Ao contrário, tem sido sempre a doutrina dos mais autorizados exegetas cristãos. Jesus e João Batista viram e ouviram. As cenas que apareceram ante os seus olhos, os sons que ressoaram em seus ouvidos, não eram imaginários, mas, sim, sensíveis e exteriores.

A UNÇÃO E A CONSAGRAÇÃO DE JESUS APÓS O BATISMO

VEJA MAIS SOBRE A POMBA NAS ESCRITURAS, AQUI 
pomba

A descida do Espírito Santo sobre o Messias poderia, à primeira vista, parecer supérflua. Mas entende-se facilmente que, estando Jesus a ponto de inaugurar Seu ministério, Sua humanidade recebeu esta nova efusão da Terceira Pessoas da Trindade, que nada mais foi do que uma unção e uma consagração. O Espírito Santo, em outras palavras, estava dizendo a Jesus, ao mesmo tempo que tomava posse dEle: "Filho meu, eu te esperava em todos os profetas [..] para descansar em ti, pois tu és meu repouso". (Click na imagem, lado direito, para saber mais sobre a pomba como símbolo nas Escrituras Sagradas)

As célebres profecias de Isaías se cumpriram completamente:

E repousará sobre ele o Espírito do Senhor, o espírito de sabedoria e de entendimento, o espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de conhecimento e de temor do Senhor.
Isaías 11:2

O Messias mesmo declararia:

O espírito do Senhor DEUS está sobre mim; porque o SENHOR me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos;
Isaías 61:1; Lc 4.16-21

 

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