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A TENTAÇÃO DE JESUS

Monte da tentação

O MONTE DA TENTAÇÃO

A TENTAÇÃO DE JESUS

Logo que Jesus foi batizado, o Espírito Santo de Deus havia descido sobre Ele, e, para tomar posse mais completa de Sua humanidade, impulsionou-O para o deserto.

Mateus revela a finalidade dessa repentina mudança de cenário: para ser tentado pelo diabo (Mt 4.1b). Estas palavras enunciam um mistério ainda mais profundo e mais assombroso do que o batismo de Jesus. O Filho de Deus seria tentado, ou seja, provocado a praticar o mal. O Filho de Deus estaria em contato direto com o príncipe dos demônios. Que contraste com Sua natureza e dignidade! Que contraste também com as gloriosas manifestações que o Espírito Santo havia realizado há pouco em Sua honra! Mas, graças ao autor da carta aos Hebreus e aos grandes estudiosos da Palavra, é possível, hoje, obtermos mais alguma luz sobre e episódio extraordinário da tentação.

O Verbo Divino, ao tornar-Se homem, tinha aceitado todas as condições, todas as misérias, todas as humilhações de nossa natureza caída. Por isso, diz o autor da carta aos Hebreus, não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado (Hb 4.15). E vai ainda mais longe, quando diz: Pelo que convinha que, em tudo, fosse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote naquilo que é de Deus, para expiar os pecados do povo. Porque, naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados (Hb 2.17,18).

Também temos aqui, da parte do Salvador, mais uma daquelas humilhações voluntárias que Paulo resume com linguagem nobilíssima em Filipenses 2.6-8.

Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus,
Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;
E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.

A tentação, por mais vexatória que pareça, não causa mal algum à alma que sabe resisti-la; antes, manifesta a fortaleza da alma e, deste modo, acrescenta-lhe méritos. Com maior razão ainda, a santidade do Salvador não poderia sofrer, em tais circunstâncias, sequer um levíssimo prejuízo. Certo é que entre Cristo e nós, seres humanos comuns, há, conforme já advertiu o autor da carta aos Hebreus, uma enorme diferença. Ou seja, nós sucumbimos muitas vezes à tentação, mas Jesus sempre permaneceu sem pecado (Hb 4.15).

A cena que vamos descrever, além dos outros episódios da vida do Divino Mestre, demonstrará que Ele poderia ser incitado ao mal e induzido (tentado) a falhar com Seu dever, para ocultar momentaneamente Sua divindade e permitir que a natureza humana fosse submetida a duras provas, e vencesse.

Com relação a este ponto, a dolorosa cena do Getsêmani derrama claríssima luz sobre a tentação do deserto. Jesus não caiu em pecado, mas foi realmente tentado. Mas até nesse aspecto há uma grande diferença entre Ele e nós. Em nós, por conta do pecado original, existe uma inclinação de concupiscência que nos leva a ceder facilmente diante do poder do mal. Isto faz parte da nossa natureza. Mas em Jesus, que é totalmente Santo e Perfeito, a tentação só poderia vir de fora, de Satanás e seus anjos, e não de Sua própria natureza.

Os anjos foram os primeiros seres a sofrer a prova da tentação, e muitos sucumbiram desastrosamente. Adão também foi tentado. E sabemos quão terríveis foram os resultados de sua queda para a sua posteridade. Dela [da tentação] também não escapou o segundo Adão; mas quão magnífica foi a Sua vitória!

Considerando bem a questão, entrar em aberta luta contra o líder do império das trevas e triunfar sobre ele não era algo digno para o Líder do Reino dos Céus, no começo de Sua atividade redentora? Sim, pois conforme disse o discípulo amado: Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo (1Jo 3.8b).

O grande pregador grego do século III, Crisóstomo, observou que Jesus havia se revestido de forte armadura. Portanto, vindo ao mundo como um Divino Herói, sendo Ele o Herói e havendo tomado as armas, não era pra repousar, mas, sim, para combater.

Três Evangelhos comentam que a tentação de Cristo se deu no deserto. Devia, pois, ser uma área que fazia parte do deserto de Judá, anteriormente já descrita. Desde as margens do Jordão, Jesus, conduzido pelo Espírito Santo, atravessou o espaço de 38 km que separa o rio da cidade de Jericó. Em seguida, encaminhando-Se para o oeste, deteve-Se, conforme Mateus indica com precisão, na região, mais elevada do deserto. De acordo com uma tradição que remonta à época das Cruzadas, provavelmente foi no lugar que hoje tem o nome de monte da Quaresma ou Quarentena, em memória aos quarenta dias que o Salvador passou no deserto. É uma região de aspecto horrível, coberta de rochas nuas e totalmente formada por profundas gargantas. As ladeiras da montanha são cheias de grutas naturais.

Uma informação que Marcos nos oferece retrata a desolação daquele lugar. Jesus, diz Marcos, vivia entre as feras (Mc 1.13). Ainda em nossos dias, são abundantes os chacais, as raposas, as hienas, as aves, os abutres e outros animais de rapina naquela lugar inteiramente desabitado. 

Veja:

AS TRÊS FASES DA TENTAÇÃO

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