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Reunindo a evidência dos quatro  Evangelhos, podemos sugerir a seguinte sequência de acontecimentos:

Veja JESUS - A RESSURREIÇÃO 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

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Gênesis começa com o fato de que homens e mulheres foram criados iguais à vista de Deus e na presença um do outro. A criação de ambos é considerada muito boa (Gn 1.31).

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Zacarias

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Zacarias ("o Senhor lembra-se") foi um profeta pós-exílico que previu a vinda do verdadeiro e último Rei de Israel. Ele trouxe à memória dos habitantes de Jerusalém o fato de que Deus iria lembrar-se deles e viria em seu socorro quando clamassem nos últimos dias. O livro descreve o futuro plano profético de Deus para Israel, desde a primeira até a segunda vinda do Messias.

A primeira parte do livro de Zacarias abrange o período do ministério do profeta em Jerusalém - de 520 a.C. até a conclusão do segundo templo, em 515 a.C. Alguns estudiosos conservadores datam partes finais do livro de até 470 a.C., quando sucedeu a morte de Zacarias. O foco imediato dos capítulos iniciais recai sobre o incentivo feito à comunidade pós-exílica para construir e templo, restaurar o sacerdócio e purificar a cidade. Os últimos capítulos concentram-se na promessa do Messias vindouro e de Seu governo em Jerusalém como Rei e Sacerdote.

Aparentemente Zacarias vinha de uma família de sacerdotes (1.1,7). A exemplo de Ageu, ele teve um papel importante na reconstrução do Templo, após o retorno do  exílio (veja Ageu e Ed 5--6 para o contexto histórico). Como Daniel e Ezequiel, era um visionário. Seu livro condensa a sabedoria de muitos dos profetas anteriores, ao mesmo tempo em que focaliza os eventos do futuro distante.

Há um forte contraste entre os caps. 1--8 e 9-14, e a maioria dos estudiosos acredita que a segunda parte é obra de um autor posterior que teria escrito no mesmo estilo do próprio Zacarias. Essa tese se baseia na diferença de conteúdo e linguagem, o estilo apocalíptico sem as visões que caracterizam a primeira parte do livro, e o fato de, nesta segunda parte, o nome do profeta não ser mencionado.

No entanto, em ambas as partes aparecem os mesmos temas básicos: juízo e salvação para Judá e as nações; a reconstrução do Templo como sinal da presença de Deus; e os líderes da nação em sua relação com Deus. Em ambas as partes de Zacarias há passagens sobre líderes que apontam para o futuro Messias. Os personagens são diferentes: na primeira parte, aparece um sacerdote, um governador (= rei substituto), e um Renovo (caps. 3--4; 6); na segunda parte, um rei humilde e um pastor ferido (caps. 9; 11-13).

Os evangelistas do NT, ao apresentarem Jesus como Messias, especialmente nas narrativas sobre a parte final do ministério dele, citam Zacarias (a segunda parte) mais do que qualquer outro profeta do AT. Zacarias, com Ezequiel, também teve uma grande influência sobre o livro do Apocalipse.

Zc 1--8 / Parte 1

Zc 1.1-6: Introdução

A data era outubro/novembro 520 a.C. (v. 1). Zacarias começou a falar em nome de Deus na mesma época do profeta Ageu. Esta primeira mensagem foi proferida após o discurso registrado em Ag 2.1-9 (dado do dia  17 de outubro) e antes da última mensagem que aparece no livro de Ageu (2.10-23, que data de 18 de dezembro).

Zacarias provavelmente era um jovem na época (seu avô, Ido, retornara com os exilados menos de 20 anos antes; veja Ne 12.4).

Os vs. 2-6 são um relato sobre o passado, advertido a geração presente a não imitar o comportamento de seus antepassados.

Visão de Zacarias

"Zacarias teve uma visão escatológica muito mais detalhada e completa que os outros profetas menores dos séculos VI e V.

Zc 1.7-17: Primeira visão: Os quatro cavaleiros

Oito visões registradas nos caps. 1--6. Cada uma delas se constitui em parte de um quadro maior que ser visto como um todo.

Na primeira visão de Zacarias, que data de 15 de fevereiro de 519 (1.7), aparecem quatro de Deus e que são semelhantes às patrulhas montadas que "policiavam" o Império Persa. (O significado das cores, se é que havia, nos escapa). Deus usou outras nações para trazer juízo sobre o seu povo, Mas elas foram longe demais, levando-o a ter compaixão do seu povo. Agora essas nações seriam julgadas e Deus iria restaurar e consolar os seus. Esta mensagem é reforçada nos capítulos seguintes.

v.10 O rei persa Dario fez tantas melhorias nas estranhas do império que os seus mensageiros podiam fazer em uma semana viagens que, anteriormente, levavam 90 dias, especialmente no caso de caravanas de marcadores.

Zc 1.18-21: Segunda visão: Os quatro chifres

A segunda visão é um retrato vívido da destruição das potências hostis (os quatro "chifres") que haviam arrasado o povo de Deus. ("Quatro" indica totalidade: os "quatro cantos" da terra.) Seu poder seria esmagado por quatro artesãos, quatro ferreiros que supostamente os malham na bigorna.

Zc 2.1-5: Terceira visão: A corda de medir

Depois, um homem foi visto com uma corda de medir, vinho para medir a cidade com vistas à reconstrução. Os muros haviam sido quebrados e incendiados em 587. Só foram reconstruídos na época de Neemias (445 a.C., 75 anos depois desta profecia). Deus seria um muro protetor ao redor de Jerusalém e, "no meio dela, a sua glória".

Zc 2.6-13: Exilados são chamados de volta

O restante deste capítulo - não mais uma visão - é poesia.

Zacarias se dirige primeiro aos exilados, depois aos judeus em Jerusalém. Deus estava chamando os exilados de volta da Babilônia. Sua mensagem a Jerusalém deveria fazê-los cantar de alegria. Pois Deus também estava voltando! Ele retornaria para seu próprio povo, para morar novamente no seu próprio lugar. As nações se tornariam povo de Deus (11).

A terra do Norte (6) Babilônia. Na verdade, ela ficava a leste, mas nesta direção havia um deserto e, por esta razão, os exército invasores da Assíria e da Babilônia entravam na Palestina pelo norte.

Zc 3: Quarta visão: As novas vestes do sumo sacerdote

Josué, o sumo sacerdote, estava diante de Deus representando o povo, e Satanás estava pronto para acusá-lo. As roupas sujas de Josué estavam manchadas de pecados. Mas o propósito de Deus era restaurar e renovar o seu povo. Ele recebeu roupas limpas para poder comparecer diante de Deus, e uma solene recomendação (6-7). Como sinal de esperança para o futuro, Deus falou do seu servo, o Renovo da família de Davi (o futuro Messias : v. 8 e Is 11) que introduziria um tempo de paz e prosperidade universal ( este é o significado da vida e da figueira no v. 10).

Pedra(9) Os sete lados (ou sete olhos, como diz no hebraico) possivelmente significam que a pedra tudo vê e tudo sabe. Pode ser uma pedra de construção, ou uma jóia gravada com algum significado simbólico. A mesma palavra hebraica, 'ayin, é usada para olho e fonte. Assim, "sete fontes" é uma possível tradução alternativa.

Zc 4: Quinta visão: Candelabro e oliveiras

A visão que aparece neste capítulo é interrompida por uma mensagem de Deus a Zorobabel (6-10), dizendo-lhe que, assim como havia começado a reconstruir o Templo, ele terminaria a obra. O v. 6 desvenda o significado da mensagem e da visão: tudo que é realizado é realizado pelo Espírito de Deus.

O candelabro representava o Templo e os adoradores fiéis. Como uma cidade construída sobre um monte (símbolo usado em Mt 5.14), sua luz brilhava para Deus e não podia ser escondida.

As oliveiras eram dois homens escolhidos (ungidos) por Deus para servi-Lo (14). Neste caso, as funções de sacerdote e príncipe (rei) aparecem lado a lado. Juntamente supriam o que o povo de Deus precisava para brilhar com a luz do mundo. (O NT vê em Jesus o cumprimento deste ideal do sacerdote-rei.)

Vs. 6-10 Zorobabel era o herdeiro do trono de Davi (Ag 2.20-23), mas ele não é chamado de rei. Fazer isto naquela época teria criado problemas (desnecessários) com o imperador persa.

Zc 5.1-4: Sexta visão: Um grande rolo voador

O rolo enorme (com 9 m de comprimento) veio de Deus e representava a sua Lei. Nele estava escrita uma maldição sobre todos os que desobedeciam a Lei e quebravam a aliança com Deus (veja Dt 27.14-26). Dois mandamentos são mencionados são mencionados especificamente no v. 2, mas representam toda a Lei. A palavra de Deus traz consigo o poder de castigar: o mal não é deixado impune.

Zc 5.5-11: Sétima visão: Uma cesta cheia de maldade

Depois Zacarias viu uma grande cesta (daquelas que eram usadas para medir grãos) dentro da qual se encontrava toda a maldade. O anjo de Deus deixa claro que nenhum iniquidade podia escapar da cesta. Tudo isso foi levado por duas mulheres com asas para bem longe, para o leste, para Babilônia, a terra do exílio. A purificação foi total.

V. 8 "Perversidade/maldade", uma palavra bem abrangente, é feminina no hebraico; isto explica o símbolo de uma mulher.

V. 9 O "vento" nas asas das mulheres (maioria das versões) também poderia ser considerado o "Espírito" (em hebraico, a mesma palavra pode significar "vento" e "espírito"), enfatizando que a purificação é obra de Deus.

Zc 6. 1-8: Oitava visão: quatro carros

A última visão de Zacarias lembra a primeira (1.7-17), embora a quela fosse de cavaleiros e não de cocheiros, e embora existam intrigantes diferenças de detalhes. As patrulhas de Deus percorrem os "quatro cantos" da terra. As nações foram julgadas. Agora o Espírito de Deus repousaria (8) -- em contraste com 1.15 -- e haveria paz.

V. 6 As linhas de ataque eram na direção norte, sul e oeste; a leste ficava o deserto.

Zc 6.9-15: A coroação

O v.9 (da mesma forma que 4.8; 7.4; 8.1,18) marca o fim da visão e introduz uma palavra de Deus (um oráculo). Surpreendentemente a coroa foi dada a Josué, o sacerdote. Talvez tenha sido colocada primeiramente na cabeça de Josué e depois na de Zorobabel (v. 13) -- ou que foram feitas duas coroas. Parece que os dois homens estavam presentes (como no cap. 4, na visão do candelabro e duas oliveiras). O rei, "o Renovo" (título messiânico), e o sumo sacerdote estão em harmonia (13). O NT vê os dois ofícios unidos na pessoa de Jesus.

Coroa (11) A palavra hebraica é "coroas". "As coroas orientais eram argolas que podiam ser usadas individualmente ou, então, reunidas para forma uma coroa composta" (Joyce Baldwin). Veja Ap 19.12.

 Zc 7.1--8.23: Jejuns se transformam em festas

A data era 7 de dezembro de 518. Os caps. 7--8 encerram a primeira parte do livro.

Alguns homens foram ao Templo fazer perguntas sobre o jejum (7.2-3). Zacarias não deu uma resposta direta. O que realmente importava era o propósito do jejum. Ele desafiou suas motivações: eles não obedeceram aos mandamentos que Deus dera através dos profetas anteriores (7.5-7). Ele lembrou-lhes a aliança que haviam quebrado. Pelo fato de terem tapado os seus ouvidos para Deus, ele não atendeu as orações e eles foram levados para o exílio (7.8-14).

Então veio uma mensagem animadora de Deus (cap. 8), uma promessa de transformação total, uma grande mudança de tristeza para alegria. Em seu amor profundo, Deus renova o seu propósito maior: abençoar e salvar seu povo, ou seja, ser o Deus deles (veja 2.6-13; 13.7-9). As coisas seriam diferentes para os sobreviventes da destruição e do exílio. Eles próprios seriam diferentes. E eles deveriam dar ouvidos às palavras dos profetas, algo que seus antepassados não haviam feito. Eles deveriam amar a verdade, a justiça e a paz, que são coisas que Deus ama. E se o fizessem, seus tristes jejuns comemorativos se tornariam festas!

Chegaria a hora (8.20-23) em que as nações se voltariam para Deus. Viriam a Jerusalém, dizendo: "Iremos com vocês, pois ouvimos dizer que Deus está com vocês".

7.2 Não está claro quem enviou os homens: Betel (a cidade que era o centro do culto do reino de Norte, o reino de Israel), Dario (v. 1), ou Betel-Sarezer.

7.3,5 O jejum no quinto mês (julho/agosto) lembrava a tomada de Jerusalém pelos babilônios em 587 a.C., quando o Templo foi destruído. O jejum no sétimo mês (setembro/outubro) comemorava a morte de Gedalias, o governador de Judá após a queda da cidade (2Rs 25.25).

v.19 Os dois jejuns adicionais provavelmente marcavam o início do sítio de Jerusalém (no décimo mês) e a destruição dos muros 18 meses mais tarde (no quarto mês).

Zc 9--14 Parte 2

Zc 9--11: Israel e as nações

Para as mudanças que diferenciam os caps. 9--14 dos caps. 1--8, veja a introdução

O cap. 9 mostra como Deus conquista terras e cidades vizinhas (1-8) e anuncia a chegada alegre do Messias para tomar posse da terra (9-10). Ele viria montado num jumento (e não num cavalo de guerra) para inaugurar um reino de paz (compare Mt 21.5). Todos os antigos inimigos de Israel cairiam diante dele (1-8). Não haveria mais opressão. Os filisteus (5-7) seriam assimilados pelo povo de Israel assim como muito tempo antes havia acontecido com os jebuseus (de quem Davi havia tomado a cidade de Jerusalém). Os cativos judeus seriam libertos, e o poder militar de Israel se igualaria ao da Grécia , que estava em ascensão. Deus seria a proteção e salvação do seu povo.

Cap. 10: Quem deixa os campos verdes e torna a terra um lugar fértil é Deus, e não os ídolos (v. 1). Sem um líder, o povo de Deus anda errante como um rebanho que se perdeu, presa fácil para adivinhos e intérpretes de sonhos (v. 2). Deus se compadece do rebanho errante. Ele viria em seu socorro, a exemplo do que faz um pastor (um símbolo que já fora mencionado em 9.16). Todos seriam trazidos de volta para casa. O v. 3 retoma o tema da vitória: Deus à frente dos seus exércitos, fazendo milagres pelo seu povo (11).

Cap. 11: O poema dos vs. 1-3 é um lamento irônico pelas florestas destruídas do Líbano e de Basã. O v.4 volta aos símbolos do pastor e do rebanho: os líderes da nação e seu povo. O profeta é enviado para pastorear o rebanho de Deus, mas o povo prefere a exploração ao cuidado genuíno de um bom pastor. Assim, Deus envia o seu profeta para ser aquele líder inútil que eles aparentemente queriam (15-16). A aliança com Deus foi quebrada e a nação está dividida.

 

 9.1-7 Muitos relacionam estes versículos com o avanço de Alexandre o Grande depois que seu exército grego derrotou os persas em 333 a.C.

9.7 Os filisteus comiam alimentos proibidos e repugnantes para o povo de Deus (veja Lv 11).

10.2 Na ausência de verdadeira liderança espiritual, o povo se entrega à magia. Os antigos ídolos do lar (terafim) eram usados para a adivinhação.

11.1-3 Esta foi a "limpeza" em pregação para os israelitas  que retornavam. Nos tempos do AT, os matagais que margeavam o Jordão eram refúgio de leões.

11.8 Quem são esses três pastores? Os estudiosos já deram tantas sugestões diferentes que é melhor dizer que não sabemos!

Trinta moedas/barras de prata (11.12) O profeta chamou isto ironicamente de "magnífico preço" (13), porque, na verdade, este era o preço de um escravo (Êx 21.32; e veja Mt 26.15; 27.3-5). Em Zacarias e Mateus, 30 moedas de prata é o preço do bom pastor.

Zc 12.1--13.6: Jerusalém é cercada--e libertada

As nações atacam Jerusalém, mas são derrotadas. Deus dá a vitória às forças de Judá e protege o seu povo (12.1-9).

12.10--13.1: A festa da vitória se transforma em lamento por um homem que foi  morto (v.10). O surpreendente sentimento de compaixão que leva a esta lamentação vem do próprio Deus. Em 12.10, o texto hebraico diz (literalmente): "Olharão para mim, aquele a quem traspassaram...", dando a entender que o povo mata o próprio representante de Deus. Eles ficam cheios de remorso pelo que fizeram e Deus os purifica do seu pecado (13.1). (O Evangelho de João cita esta passagem, aplicando as palavras de Zacarias à morte de Cristo: veja Jo 19.34-37).

13.2-6: Esta purificação inclui a remoção de todos os falsos profetas. Se alguém insistisse em profetizar, os próprios pais se voltariam contra eles e o matariam.

12.11 No AT, Rimom é tanto o nome de um lugar como o nome de um deus. A referência pode ser ao choro cerimonial pela morte do deus que se dava no final do ano (confira Ez 8.14).

13.6 As feridas eram cortes rituais (confira 1Rs 18.28, a respeito dos profetas de Baal).

Zc 13.7-9: "Fira o pastor!"

Este poema curto e surpreendente retoma o símbolo do pastor e o tema da liderança que tantas vezes ocupam o pensamento do profeta. Deus convoca a espada para ferir o pastor/líder (não identificado) e espalhar as ovelhas/ o povo. Elas são testadas e purificadas até restar apenas o remanescente fiel. Com este remanescente, o relacionamento especial entre entre Deus e seu povo seria renovado (v. 9, compare 8.8; veja também Jr 31.31-34; Mc 14.27; Hb 8.8-11).

Zc 14.1-21: A última batalha

O cap. 14 descreve a batalha final das nações contra Jerusalém e seu resultado: o dia do juízo divino. O próprio Deus aparecerá com os seus anjos (5), inauguramento um dia perpétuo. Toda a terra se tornará reino de Deus  e todos o adorarão (9).

Aqueles que atacarem a Deus (a cidade defendida por seu povo) terão um destino terrível. Todos os que sobreviverem se unirão ao povo de Deus em adoração. Tudo, até a panela mais simples, será consagrado a Deus, purificado e dedicado a seu serviço (20-21).

No NT, o livro do Apocalipse, caps. 21--22, reflete vários detalhes que aparecem neste grande final do livro de Zacarias.

V. 8 A idéia de água viva fluindo de Jerusalém é um eco de Ez 47.

Monte Sião

Alegra-te muito, ó filha de Sião; exulta, ó filha de Jerusalém; eis que o teu rei virá a ti, justo e Salvador, pobre, e montado sobre um jumento, e sobre um jumentinho, filho de jumenta.
E de Efraim destruirei os carros, e de Jerusalém os cavalos; e o arco de guerra será destruído, e ele anunciará paz aos gentios; e o seu domínio se estenderá de mar a mar, e desde o rio até às extremidades da terra.
Zacarias 9:9,10



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