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A PESSOA DE JESUS CRISTO
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Livros que serão abertos no Trono Branco

1 Livro da consciência:Rm 2.15; 9.1
2 Livro da natureza: Jó 12.7-9; Rm 1.20; SI 19.1-4
3 Livro da Lei: Rm 2.12; 3.20
4 Livro do Evangelho: Rm 2.16; Jo 12.48
5 Livro da memória: Lc 16.25; Mc 9.44
6 Livros dos atos dos homens: Ap 20.12
7 Livro da vida: Ap 20.12 

(cópiado de:ministeriofogonoaltar)

 

Romano Moderno
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6ª hora (sexta) 12h
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1ª Vigília (ou da tarde) 18h às 21h
2ª Vigília (ou da meia-noite) 21h às 24h
3ª Vigília (ou do cantar do galo) 24h às 3h
4ª Vigília (ou da manhã) 3h às 6h

 

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O FRUTO DO ESPÍRITO

  

A DIÁSPORA JUDAICA
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O PRIMEIRO DIA DA PÁSCOA

Reunindo a evidência dos quatro  Evangelhos, podemos sugerir a seguinte sequência de acontecimentos:

Veja JESUS - A RESSURREIÇÃO 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

A PÁSCOA E A ÚLTIMA CEIA
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A BÍBLIA DO PONTO DE VISTA FEMININO

Gênesis começa com o fato de que homens e mulheres foram criados iguais à vista de Deus e na presença um do outro. A criação de ambos é considerada muito boa (Gn 1.31).

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Histórias da Criação

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Em paz também me deitarei e dormirei, porque só tu, Senhor, me fazes habitar em segurança. Salmos 4:8
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Posições do AT com relação ao pós-morte

inscritos hebraicos

Esta inscrição fazia parte do dintel de um túmulo encontrado em Silwan, Jerusalém. Pertencia a um administrador de palácio que pode ter sido aquele Sebna, criticado por Isaías (22.15-19). Com a intenção de afastar ladrões de túmulos, a inscrição diz: Túmulo de (...)iah, administrador do palácio. Não há prata nem ouro aqui, apenas seus ossos e os ossos de sua esposa com ele. Maldito aquele que abrir este túmulo.

Posições do Antigo Testamento com relação ao pós-morte

O AT e o NT dizem coisas diferentes sobre a morte e a vida após a morte. No NT, a ressurreição de Cristo é a base de nossa fé agora e de nossa esperança de vida após a morte, como Paulo explica em 1Co 15. Mas no AT há pouquíssimas referências a uma vida significativa após a morte, e muitos textos dão a entender que esta vida agora é que importa (p.ex. Sl 39.13).

Isto não deveria nos surpreender. Após a sua transfiguração, Jesus falou aos discípulos sobre sua futura ressurreição, mas eles não entenderam o que isto significava (Mc 9.10). Mais tarde, Paulo escreveu que Jesus "trouxe à luz a vida e a imortalidade" (2Tm 1.10). Em outras palavras, antes de Cristo (isto é, no período a.C.) as pessoas tinham pouco conhecimento sobre a vida eterna.

A ênfase que, no AT, se dá à vida neste mundo explica algumas das outras importantes diferenças em relação ao NT. Por exemplo, a ausência de recompensa ou castigo após a morte explica por que os justos querem ser recompensados agora e pedem que os ímpios sejam castigados nesta vida. É a única maneira pela qual, segundo eles, a justiça de Deus podia ser manifestada.

O abismo e os mortos

Muitos povos do antigo Oriente Próximo acreditavam que, ao morrer, todos desciam ao abismo. Este era um lugar sombrio e triste debaixo da terra, dominado por vários deuses. Quem ia para lá tinha uma existência sombria e inerte e não havia como sair daquele lugar. Os hebreus chamavam esse abismo de Sheol. Isaías fez uma breve descrição poética dele (Is 14.9-11): quando o poderoso rei da Babilônia descer para lá, seus habitantes terão que ser acordados para saudá-lo, e ele se tornará tão fraco e importante quanto eles. Jó considera-o um lugar de descanso (Jó 3.11-19).

No entanto, o pensamento dos israelitas sobre o abismo e os mortos era diferente da visão de seus vizinhos, e isto em vários pontos importantes:

• Ao contrário de vários poemas mesopotâmicos antigos que  contêm descrições detalhadas, o AT demonstra pouco interesse pelo abismo. A morte e o morrer são mencionados cerca de mil vezes, mas o abismo só aparece umas cem vezes. E há pouca descrição. A morte era inevitável, mas os israelitas geralmente não se preocupavam com a vida após a morte. O Deus de Israel era o Deus dos vivos, e seu povo devia reconhecê-lo nesta vida.

• Talvez muitos israelitas, como seus vizinhos, acreditassem que todos iam para o abismo. Um texto (Ec 9.10) sugere isto. No entanto, na maioria dos textos relevantes, são os ímpios que devem ir para o Sheol (p. ex. Sl 9.17), e não os justos (p. ex. Sl 30.3). As pessoas boas só falavam em ir para lá quando pensavam que Deus as estava castigando (p. ex. Gn 37.35; Jó 14.13), ou que ele estava julgando toda a humanidade (Sl 49.7-9; 89.48). Portanto, o Sheol é, em geral, considerado um destino indesejável. Ao mesmo tempo, não há menção de castigo no Sheol (ao contrário do inferno no NT).

• Consultar os mortos era estritamente proibido (Dt 18.10-11). O relato de Saul e da médium de En-Dor (1Sm 28) mostra que era possível, mas Saul foi severamente condenado pelo espírito de Samuel. Isaías também condenou os israelitas, séculos depois (Is 8.19). O povo de Deus devia buscar o Senhor para orientação e apoio, não os mortos ou supostos deuses do abismo.

• Os israelitas não veneravam os ancestrais mortos. Alguns povos vizinhos faziam isto em festas regulares, mas não há menção disto no AT. Os túmulos das famílias eram abertos na rocha. Dentro deles, havia saliências em forma de leito sobre os quais eram colocados os defuntos, para entrarem em decomposição. Quando se precisava do túmulo novamente, os ossos do cadáver anterior eram simplesmente colocados numa cova no centro e aquele lugar era reutilizado. Os ossos não tinham significado especial. O texto de Dt 26.14 refere-se a uma oferta no sepultamento ou a uma refeição no funeral (compare Jr 16.5), pois depositar alimentos regularmente em túmulos certamente seria condenado.

Vida após a morte

Dois homens do AT escaparam da morte e foram levados diretamente à presença de Deus: Enoque (Gn 5.24) e Elias (2Rs 2.1). Mas nenhum israelita jamais orou para ser levado ao céu com eles, o que mostra que eles eram certamente vistos como exceções. No entanto, alguns salmistas claramente acreditavam que evitariam o Sheol e continuariam em comunhão com Deus (Sl 16.10-11; 49.15; 73.24). Estes autores vislumbraram pela fé um destino alternativo ao abismo.

A declaração triunfante de Jó (Jó 19.26-27) parece apresentar uma vibrante confiança na vida após a morte. Este pode ser o caso, mesmo indo contra o que Jó diz antes e depois disto (p. ex. 17.13-16; 21.23-26). Mas infelizmente neste caso o texto hebraico é difícil de interpretar, como as notas da maioria das traduções indicam, o que faz com que não se tenha certeza a respeito disso. 

Ressurreição

A idéia de ressurreição é rara no AT, e surge em tempos de crise extrema. A idéia aparece pela primeira vez por Oséias, como metáfora para descrever a restauração da nação após seu castigo e exílio (Os 6.1-3). Depois, aparece com mais detalhes em Ezequiel (37.1-14). A ressurreição de seres humanos aparece pela primeira vez numa passagem apocalíptica em Isaías (26.19), mas somente para o povo perseguido de Deus, não seus inimigos (compare o v. 14). Uma ressurreição mais geral é mencionada apenas em Daniel. Ela resulta em vida eterna para os justos e vergonha eterna para os outros (Dn 12.2).

Estas passagens representam uma crença na vida feliz após a morte que vai se desenvolvendo aos poucos, e que foi ampliada ainda mais em diversos livros judaicos escritos no período entre os testamentos. Porém, ainda havia uma grande variedade de posições, conforme se pode ver na divergência entre saduceus e fariseus (At 23.8). Somente a ressurreição de Jesus "trouxe à luz a vida e a imortalidade" (2Tm 1.10).

túmulo vazio

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Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.
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FONTE DE PESQUISAS DO CONTEÚDO:

COMENTÁRIOS E EDIÇÃO GERAL: EDITORA E PROPRIETÁRIA DO SITE: Maria Digna Cavalcanti 

MATERIAL DAS PESQUISAS MINUCIOSAMENTE ANALISADOS E ESCOLHIDOS. TENDO COMO BASE:

A BÍBLIA

MANUAL BÍBLICO.

LIVROS EVANGÉLICOS DIVERSOS DE VÁRIOS AUTORES.

JORNAIS, REVISTAS, SITES DE NOTÍCIAS ATUAIS GOSPEL(parceria), Links de acontecimentos no mundo cristão, noticiário de última hora, nacionais e internacionais e muitos outros.

Tudo pesquisado com muita dedicação e respeito, fidelidade e amor ao trabalho de divulgação da SANTA PALAVRA DO NOSSO SENHOR E SALVADOR JESUS CRISTO.

BÍBLIA DE ESTUDO DIÁRIO: Editora Central Gospel

CHAVE BÍBLICA: Geziel Gomes

A ESSÊNCIA DO ANTIGO E NOVO TESTAMENTO: Editores: Elmer L. Towns/Ben Gutierrez/Ed Hindson/Gary Yates

Guia de Willmington para a Bíblia: Método Teológico e Método cronológico.

TÍTULO DAS PÁGINAS: Maria Digna Cavalcanti /Administradora e proprietária

CONTEÚDOS ADICIONAIS E DIVERSOS: Maria Digna Cavalcanti/Administradora e proprietária.

O leitor tem permissão para divulgar e distribuir os textos, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Ajude-me! Diga não as duplicidades e plágios, sabendo que o Google penaliza duplicidade de conteúdos! Seja original e criativo.

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As sete afirmações "Eu sou..." e os sete "sinais" de Jesus

Evangelho

1. O pão da vida (6.35) Sinal: a multiplicação dos pães (6.5-14)

2. A luz do mundo (8.12) Sinal: a cura do cego de nascença (9.1-41)

3. A porta para as ovelhas (10.7)

4. O bom pastor (10.14)

5. A ressurreição e a vida (11.25) Sinal: a ressurreição de Lázaro (11.1-44)

6. O caminho, a verdade e a vida (14.6)

7. A videira verdadeira (15.1)

Os outros sinais:

-Água em vinho no casamento em Caná (2.1-11)

-Cura do filho do oficial (4.46-54)

-Cura do enfermo no tanque de Betesda (5.1-9)

-Jesus anda sobre o mar da Galiléia (6.16-21)

Veja 3.2; 6.14; 7.31; 20.30-31 para os motivos pelos quais João registrou esses sinais. Jo 2.13-22 indica o sinal supremo: a ressurreição do próprio JESUS. Click na imagem acima. 

 

O AT aponta para Jesus, em quem se cumprem todos os propósitos de Deus.

CONFIRA! Click na imagem abaixo

Imagem floresta

 

Onde situava-se Sodoma e Gomorra?

mapa mar mortoAcredita-se que Sodoma e Gomorra foram submersas após o cataclismo que as destruiu e que as cidades agora se encontram submersas na parte sul do mar Morto, onde há estranhas formações de sal. Betume também é encontrado naquela região, o que se encaixa com os "poços de betume" mencionados em Gn 14.10. Mas nenhuma ruína foi encontrada para identificar essas cidades e, por isso, a localização nunca foi confirmada. Na verdade, as cidades poderiam ter existido em qualquer lugar no vale próximo ao mar Morto.

Geólogos sugerem que um terremoto, comum nessa região volátil, poderia ter causado um grande incêndio e a liquefação do betume numa escala grande suficiente para engolir Sodoma e Gomorra.

mar Morto

 Sodoma e Gomorra

 

Jerusalém a cidade de Davi

mapa de Jerusalém

O povoamento original ficava no cimo do monte, estendendo-se para baixo, na direção da fonte de Giom. "A plataforma" no alto do monte era um lugar fácil de ser defendido e, mais tarde, o Templo  foi erguido naquele local. Segundo a tradição, ali Abraão foi testado em sua fé, quando Deus lhe pediu que sacrificasse seu próprio filho. Hoje, o local é ocupado por uma Mesquita. 

    

Jesus e a Lei

Disse Jesus: Eu sou a porta; se alguém entrar por mim,

salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens.

João 10.9