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Gênesis começa com o fato de que homens e mulheres foram criados iguais à vista de Deus e na presença um do outro. A criação de ambos é considerada muito boa (Gn 1.31).

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O TRIBUNAL DE CRISTO

Qual a natureza e os propósitos do tribunal de Cristo?

O tribunal de Cristo em particular.

A- O significado envolvido

A palavra grega bema (traduzido como "tribunal" na versão ARC) era um termo familiar para o povo da época de Paulo. O Dr. Lehman Strauss enfatiza que o bema é um lugar de recompensa, não de julgamento:

Nas grandes arenas olímpicas, havia um assento elevado em que o juiz da competição assentava-se. Depois que as competições terminavam, os competidores que venciam reuniam-se diante do bema para receber a recompensa ou a coroa. O bema não era um assento judicial em que alguém era condenado; era um assento de recompensa. Da mesma forma, o tribunal de Cristo não é um assento judicial. [...] A vida cristã é uma corrida, e o Árbitro divino está observando cada competidor. Depois de a Igreja correr o seu percurso, Ele irá juntar todos os membros diante do Bema para fins de examinar cada um e dar a recompensa apropriada a cada um. (STRAUSS.Grand Rapids: Zondervan.p.111)

O apóstolo Paulo parece ter essa arena olímpica em mente quando escreveu Hebreus 12.1: Portanto, nós também, pois, que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo embaraço e o pecado que tão de perto nos rodeia e corramos, com paciência, a carreira que nos está proposta.

Esse incrível ser humano foi muitas coisas. Ele foi missionário, ganhador de algumas, pastor, um grande teólogo, fazedor de tendas etc. Mas, no tempo livre, ele também parecia gostar de esportes. Com frequência, em seus escritos, Paulo usou esportes como analogia para que sua lição fosse compreendida. Por exemplo:

  1. Luta (Ef 6.12).
  2. Boxe (1Co 9.26; 2Tm 4.7).
  3. Corrida (1Co 9.24,26).

Aqui, em Hebreus 12, Paulo escolhe a terceira analogia - a de uma corrida a pé. J. Vernon McGee explana algumas metáforas:

A vida cristã é comparada a uma corrida grega. No caminho, o cristão deve lutar como um soldado, andar como um crente e correr como uma atleta. Um dia , ele irá voar - viajar pelo espaço até a nova Jerusalém (Studies in Hebrews.p.240).

Na época em que Paulo escreveu, o rei Herodes havia construído um assento parecido com um trono no teatro da Cesareia (sua base) onde ele assentava-se para ver os jogos e fazer discursos ao povo.

B- Os fatos envolvidos.

Muitos versículos do Novo Testamento falam sobre isso (Rm 14.10-12; 1Co 3.13; 2Co 5.10). (A essas passagens, podem ser acrescentadas Gl 6.17; Cl 3.24,25; Hb 10.30).

C- O propósito evolvido.

  1. O que não é. O propósito do julgamento do bema não é determinar se um indivíduo específico vai entrar no céu ou não, pois o destino eterno de todos os homens já foi determinado antes que ele deixasse esta vida. O propósito do julgamento do bema não é punir os crentes por pecados cometidos antes ou após a salvação. As Escrituras deixam bastante claro que nenhum filho de Deus terá de responder por seus pecados após esta vida (Sl 103.10-12; Is 38.17; 44.22; Mq 7.19; Hb 8.12; 1Jo 1.7).
  2. O que é. Qual é então o propósito do julgamento do bema? Em 1 Coríntios 4.2, Paulo diz que todos os cristãos deverão comportar-se como despenseiros fiéis de Deus. O apóstolo Pedro depois escreve de forma similar (1Pe 4.10). No mundo do Novo Testamento, um despenseiro, ou mordomo, era o administrador de uma casa ou propriedade grande. Ele era escolhido pelo proprietário e encarregado de manter a propriedade em funcionamento pleno. Ele tinha poder de contratar e demitir e de gastar e poupar, respondendo somente ao dono. Sua única preocupação era o encontro periódico com o seu mestre, época em que ele deveria relatar as condições da propriedade naquela altura. Com esse contexto em mente, pode-se dizer que, algum dia, no julgamento do bema, todos os despenseiros ficarão diante do seu Senhor e Mestre, e será exigido deles que deem um relato da forma como usaram seus privilégios e responsabilidades a partir do momento em que se converteram. Em conclusão, pode ser visto que: 
    1. No passado, Deus tratou-nos como pecadores (Rm 5.6-8; 1Co 6.9-11; Ef 2.1-3).
    2. No presente, Deus trata-nos como filhos (Rm 8.14; Hb 12.5-11; 1Jo 31.2).
    3. No futuro, Deus irá tratar-nos (mo bema) como despenseiros. (Veja: "Julgamentos Bíblicos")

Quais áreas da vida serão testadas no bema?

  1. A forma como tratamos outros crentes (Mt 10.41,42; Hb 6.10). É trágico, mas é fato que geralmente o pior tratamento sofrido por um crente vem da mão de outro crente.
  2. A forma como exercemos nossa autoridade sobre o próximo (Hb 13.17; Tg 3.1). Quase todo cristão, em alguma época da vida, teve alguma autoridade sobre outro crente. Esse papel de liderança pode ter sido o de um pai, pastor, mestre, empregador etc. Foi comprovado que, enquanto alguns crescem tendo autoridade, outros simplesmente inflam.
  3. A forma como empregamos nossas habilidades dadas por Deus (1Co 12.4,11; 2Tm 1.6; 1Pe 4.10). Pode-se acrescentar a esses versículos o ensinamento geral de Jesus das dez minas (Lc 19.11-26) e dos dez talentos (Mt 25.14-29). O dom espiritual é uma habilidade sobrenatural para glorificar a Deus, dada pelo Espírito Santo ao crente no momento da salvação. Todo cristão tem, pelo menos, um dom (1Co 7.7; 12.7,11; Ef 4.7; 1Pe 4.10). Existem vários dons (veja "Dons espirituais") (Rm 12; 1Co 12; Ef 4). Portanto, é vital que todo filho de Deus descubra e empregue o próprio dom tendo em vista o bema.
  4. A forma como usamos nosso dinheiro (1Co 16.2; 2Co 9.6,7; 1Tm 6.17-19). Talvez o barômetro mais preciso da condição especial de um cristão seja a sua atitude em relação a dinheiro. O próprio Jesus, com frequência, lidava com questões financeiras, porque o dinheiro é importante! No Novo Testamento, há 38 parábolas. Delas, 12 tem a ver com o dinheiro. Quanto de nosso dinheiro pertence a Deus? De acordo com 1Co 6.19, tudo pertence a Ele, pois somos dele, comprados por um preço incrível (1Pe 1.18,19). O que isso tudo significa? Significa que, se eu fizer 250 dólares por semana, eu não sou responsável somente pelo dízimo (25 dólares), mas irei, no bema, prestar contas sobre os 225 dólares restantes!
  5. A forma como usamos o nosso tempo (Sl 90.12; Ef 5.16; Co 4.5; 1Pe 1.17). É claro que não há maneira de saber quanto dinheiro cada estudante deste artigo recebeu semana passada ou que porção dessa quantia foi guardada. Mas eu posso afirmar com precisão (em segundos) com quanto tempo você começou a última semana e quanto dele foi poupado. Todos começaram com 168 horas e não pouparam nenhum dos 604.800 segundos! Um dia, no bema, cada um de nós prestará conta apenas de como usamos esse tempo.
  6. O quanto sofremos por Jesus (Mt 5.11,12; Mc 10.29,30; Rm 8.18; 2Co 4.1; 1Pe 4.12,14).
  7. A forma como corremos essa corrida específica que Deus escolheu para nós (1Co 9.24; Fp 2.16; 3.13,14; Hb 12.1). As palavras encontradas em Hebreus 12.1 têm implicações importantes. Todo cristão entrou nessa corrida pelo próprio Deus. Não é somente por pastores e missionários. A palavra mais comum para corrida (dromos) não é usada aqui, mas a palavra grega agon, de onde vem a palavra "agonia". Essa é uma corrida séria. O andamento de cada corredor é decidido por Deus. O objetivo da corrida é agradar a Deus e receber recompensas. O objetivo não é o céu. Todo corredor deve vencer. Olhando para Jesus (Hb 12.2). A frase fala de um olhar firme, intenso e contínuo. Como é fácil tirar os olhos dele e olhar para a esquerda ou para a direita. Talvez, à nossa esquerda, vejamos outro corredor atrás de nós. Ou pode ser que haja um corredor muito à nossa frente na direita. Isso pode produzir orgulho (quando vemos o corredor da esquerda) e inveja (quando vemos o corredor da direita). Ambos são pecados que nos fazem perder velocidade. Em vez disso, devemos manter o olhar em Jesus. Então, devemos correr aqui de forma que possamos comemorar lá em cima.
  8. Com que eficiência nós controlamos a natureza antiga (1Co 9.25-27). A palavra reprovado aqui (do grego, adokimos) significa "desaprovado". Sem o prefixo a, ela logicamente fala de aprovação. A passagem-chave em que dokimazo é usada, pode ser vista em 2 Timóteo 2.15: Procura apresentar-te a Deus aprovado[...] (veja também 1Co 16.3; Fp 1.10; 1Ts 2.4; onde a palavra idêntica é usada). A questão acima é que Paulo desejava, acima de tudo, manter sua antiga natureza em cheque, para que não fosse reprovado, em recompensa, no bema.
  9. Para quantas almas testemunhamos e quantas ganhamos para Cristo (Pv 11.30; Dn 12.3; 1Ts 2.19,20).
  10. Como reagimos diante da tentação (Tg 1.2,3; Ap 2.10).
  11. Quanto a doutrina do arrebatamento significa para nós (2Tm 4.8).
  12. Quão fiéis somos à Palavra de Deus e ao rebanho de Deus (At 20.26-28; 2Tm 4.1,2; 1Pe 5.2-4).

Como Deus avalia as obras do crente?

  1. Com base em 1Co 3.10-15, é aparente que Deus classifica as obras dos crentes em seis grandes áreas: ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno e palha. Houve muita especulação sobre os tipos de obra aqui embaixo que serão de ouro lá em cima. Os seus objetos podem ser precisamente colocados em duas categorias:
    1. Os objetos indestrutíveis e de valor que sobreviverão e resistirão ao fogo. Esses são ouro, a prata e as pedras preciosas.
    2. Os objetos destrutíveis e sem valor que serão completamente consumidos pelo fogo. Esses são a madeira, o feno e a palha. Portanto, o que o fogo não pode purificar, ele destrói; e o que o fogo não destruir, ele purifica.
  2. Essa passagem não ensina a falsa doutrina conhecida como purgatório, pois as obras do crente, não o crente em si, é que serão sujeitas ao fogo.
  3. Uma consideração geral.
  4. Em 1 Co 3.11, o apóstolo Paulo explica o glorioso fato de que, no momento da salvação, um pecador arrependido é colocado firmemente no fundamento da morte, enterro e ressurreição do próprio Cristo! Sua instrução contínua após a salvação é levantar-se e construir sobre esse fundamento.
  5. Como foi notado anteriormente (1Co 3.12,13) o fogo de Deus revelará a quantidade de ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno e palha em nosso ministério para Ele.
  6. Embora seja difícil saber o que irá constituir uma "obra de ouro" ou uma "obra de palha", somos, de qualquer forma, informados de certas áreas gerais em que Deus está particularmente interessado.

Quais serão os resultados do tribunal de Cristo?

 A-  Alguns receberão recompensas (1Co 3.14).

A Bíblia menciona pelo menos cinco recompensas: (veja: A quem se destinam as coroas?)

  1. A coroa incorruptível - dada àqueles que dominam a antiga natureza (1Co 9.25-27).
  2. A coroa da alegria - dada àqueles que ganham almas (Pv 11.30; Dn 12.3; 1Ts 2.19,20)
  3. A coroa da vida - dada àqueles que conseguiram vencer a tentação (Tg 1.2,3; Ap 2.10).
  4. A coroa da justiça - dada àqueles que amam especialmente a doutrina do arrebatamento (2Tm 4.8). A volta do Senhor Jesus (Sua segunda vinda).
  5. A coroa de glória - dada a pregadores fiéis e mestres (At 20.26-28; 2Tm 4.1,2; 1Pe 5.2-4).

Sugere-se que essas coroas, na verdade, serão talentos e habilidades para se glorificar a Cristo. Portanto, quanto maior a recompensa, maior a habilidade.

B-  Alguns sofrerão perdas (1Co 3.15).

Essa palavra, sofrerá, zemioo no grego do Novo Testamento e é utilizada novamente por Paulo em Filipenses 3, onde ele descreve as coisas que eram a sua maior fonte de orgulho antes da salvação (Fp 3.5,6).

Mas, após sua conversão, Paulo escreve: pelo qual sofri a perda de todas as coisas [...] para que possa ganhar a Cristo (Fp 3.8).

A questão de todos esses ensinamentos é simplesmente o seguinte: no bema, o cristão carnal sofrerá a perda de muitas conquistas do passado, assim como Paulo, mas com uma exceção importante - Paulo foi compensado ricamente, pois sofreu a perda para ganhar a Cristo, enquanto o crente carnal não irá receber nada para substituir sua madeira, feno e palha queimados. Antes de deixar esta seção, uma pergunta deve ser feita: "É possível que alguém que tenha recebido certas recompensas aqui em baixo perca-as de alguma forma por meio da carnalidade?". Alguns acreditam que isso seja tragicamente possível (Cl 2.18; 2Jo 1.8; Ap 3.11). Entretanto, conhecendo a justiça de Deus, é muito mais provável que esses versículos estejam referindo-se a recompensas em potencial, ou seja, recompensas que um crente poderia ter recebido, se tivesse permanecido fiel.

Após discutir as 12 principais áreas que serão provadas no bema, deve ser dito que uma preocupação maior se concentrará não só na ação realizada, mas na atitude que a causou. Em outras palavras, Deus está interessado plenamente no quê e no porquê das minhas obras.

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