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O PRIMEIRO DIA DA PÁSCOA

Reunindo a evidência dos quatro  Evangelhos, podemos sugerir a seguinte sequência de acontecimentos:

Veja JESUS - A RESSURREIÇÃO 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

A PÁSCOA E A ÚLTIMA CEIA
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A BÍBLIA DO PONTO DE VISTA FEMININO

Gênesis começa com o fato de que homens e mulheres foram criados iguais à vista de Deus e na presença um do outro. A criação de ambos é considerada muito boa (Gn 1.31).

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Em paz também me deitarei e dormirei, porque só tu, Senhor, me fazes habitar em segurança. Salmos 4:8
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O que é a Bíblia?

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O que é a Bíblia?

 

A Bíblia é o caminho escolhido por Deus para realizar Sua vontade divina.

 

Os pecadores são salvos pela mensagem da Bíblia.

 

Para muitas pessoas a Bíblia é um livro desconhecido. O que ela contém? Do que se trata? É melhor ver a Bíblia como um todo para não nos perdermos em meios aos detalhes. As duas maneiras mais eficazes de analisar a Bíblia são: considerá-la uma história; e ouvi-la como uma testemunha.

LEIA AQUI PORQUE DEVEMOS ESTUDAR A PALAVRA DE DEUS 

A grande história  

A Bíblia é um magnífico livro de  de histórias, cheio de narrativas muito bem escritas. Mas ela é mais que uma coleção de histórias - há uma grande história contada pelo conjunto de relatos individuais. No centro da grande história está Deus e o que Ele está fazendo com o mundo e a humanidade. A Bíblia começa com Deus criando os céus e a terra, e conta a história da sua relação com a humanidade até o dia futuro em que as guerras, as doenças, a morte, e a dor deixarão de existir. Esta grande história tem seis partes principais.

1. Criação  

Deus criou o universos do nada, pela sua simples palavra. Gn 1 registra seis ocasiões em que Deus falou e acrescenta: "E assim aconteceu." Deus ficou satisfeito com o universo que criou, e o chamou de "muito bom" (Gn 1.31). Ele colocou pessoas no seu mundo para cuidar dele usar todo o seu potencial, dando-lhes responsabilidade pelos animais, pássaros, árvores e plantas.

2. Queda 

Deus deu às primeiras pessoas liberdade para explorar o jardim em que as colocou, mas proibiu-as de comer o fruto de uma determinada árvore (Gn 2.15-17). Influenciados por uma serpente falante (a personificação do mal), elas decidiram não fazer a vontade de Deus (Gn 3.1-7) e Deus reagiu expulsando-as do jardim (Gn 3.22-24). Esta história (geralmente chamada de "queda da humanidade") é vital para compreendermos grande parte da Bíblia, pois explica que a raça humana está de relações cortadas com Deus - e toda a criação foi afetada pelo rompimento deste relacionamento.

                     a queda do homem

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

3. Israel 

Em seguida vem o período de Israel. Deus escolheu um homem, e seus descendentes, para ser o meio de reparar o estrago que a rebelião humana contra Deus causara - um homem chamado Abraão que vivia na cidade de Ur.

Deus deu a Abraão uma promessa tripla: uma descendência; uma terra que Deus daria a seus descendentes; e que por meio da descendência de Abraão Deus abençoaria toda humanidade (Gn 12.1-3).

Após escolher esta nação, Deus a protegeu e cuidou dela.

Eles se tornaram escravos no Egito, mas Deus agiu para livrá-los por intermédio de Moisés, tirando-os do Egito, conduzindo-os numa peregrinação de 40 anos pelos desertos da Península do Sinai, até introduzi-los na terra onde Abraão tinha vivido antes deles.

Este ato maravilhoso, chamado de êxodo, tornou-se um momento marcante para a nação de Israel, pois, daí em diante, eles se lembrariam desse episódio como o momento em que Deus os tinha salvado e os adotado. Até hoje, o povo judeu celebra o êxodo na festa anual da Páscoa.

Enquanto estavam no deserto, Deus fez outra coisa que seria muito importante para a vida da nação: deu-lhes sua lei. A nação era sua por causa da sua bondade em tirá-la do Egito: logo, os "Dez Mandamentos", um resumo da idéia central da lei, começam assim: "Eu Sou o Senhor, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão" (Êx 20.2).

Os mandamentos também diziam como o povo de Deus devia viver (Êx 20.3-17).

O povo, no entanto, não conseguia viver consistentemente como Deus queria, e então outra parte crucial da lei era o sistema sacrificial.

Quando o povo desobedecia à lei, a maneira de "cobrir" seu erro e restaurar o relacionamento com com Deus era o sacrifício de um animal no lugar da pessoa que desobedecera a lei. A pessoa colocava uma mãos na cabeça do animal, para demonstrar que este estava sendo sacrificado por ela, para que Deus perdoasse sua desobediência.

Tratava-se de um procedimento caro, pois animais eram um grande sinal de riqueza na sociedade rural da Antiguidade. Posteriormente, os sacrifícios passaram a ser oferecidos no Templo de Jerusalém, a capital da nação.

A vida em Israel continuou com muitos altos e baixos por mais de 1000 anos.

A nação se dividiu após a morte do rei Salomão, e a parte norte do reino (Israel) caiu nas mãos dos assírios no século 8 a.C., porque abandonara sua fé em Deus dando lugar a outras religiões.

O povo do reino do sul (Judá) foi levado ao exílio na Babilônia cerca de 150 anos mais tarde, por razões semelhantes.

Mas Deus não desistira do seu povo. Ele restaurou o povo de Judá na sua própria terra cerca de meio século depois. Profetas-que transmitiam a palavra de Deus ao povo - interpretaram este retorno como um "novo êxodo" (veja, por exemplo, Is 40.3-5; 43.1-7). Os profetas também anunciaram um salvador vindouro, que Deus enviaria para libertar seu povo, uma pessoa que os judeus chamavam de Messias. Diversos grupos de judeus tinham crenças diferentes com relação ao Messias, mas todos esperavam que ele trouxesse o reino de justiça da parte de Deus.

4. Jesus 

Os profetas prometeram mais que um simples retorno à terra. Eles falaram de outras coisas boas que Deus faria para o seu povo, inclusive liberdade para adorar e viver como povo de Deus e a oportunidade de envelhecer sem medo. Isto ficou ainda mais difícil quando o povo se tornou prisioneiro em sua própria terra e foi oprimido por povos pagãos. No século 1 d.C., eles se sentiam como se ainda estivessem no exílio, sendo castigados por Deus, embora estivessem fisicamente na sua terra. Os romanos os governavam e eles não tinham liberdade para viver como povo de Deus devia viver. Mas as histórias centrais que o definiam como povo de Deus eram histórias de Deus agindo para resgatá-los - Ele fizera isto no êxodo e no retorno da Babilônia, e por isso eles criam que Deus o faria novamente.

Nesse contexto aparece Jesus, um mestre judeu que curava e falava do "reino" de Deus - afirmando que Deus ainda estava no controle, apesar de seu povo estar sofrendo e sendo oprimido.

Durante três anos Jesus ensinou, curou e libertou pessoas de forças opressivas, anunciando que o poder de Deus podia ser visto no que Ele fazia e dizia (Lc 11.16-20).

Jesus se importava com os pobres e excluídos da sociedade - Ele ajudou até estrangeiros desprezados que o procuravam (p.ex. Mt 8.5-13). Jesus dizia oferecer renovação para a nação, trazendo boas novas do perdão de Deus. Ele falava a respeito do Templo de uma forma que sugeria que este seria destruído e substituído de certa maneira por sua própria pessoa (Jo 2.18-22; Mc 13.1-2).

Esta mensagem não foi bem aceita pelos líderes judeus, cuja vida dependia da existência do Templo. Muitos deles estavam colaborando com os governantes romanos e não queriam a instabilidade que Jesus aparentemente trazia.

Isto levou a uma trama para matar Jesus (Jo 11.47-53). Surpreendentemente, Jesus não resistiu a isto. Ele parecia saber o que estava se passando e falava disso por meio de parábolas (Mc 12.1-12). Além disso, Jesus considerava sua a realização daquilo que os sacrifícios representavam: perdão e renovação para o povo.

Na noite em que foi preso e julgado, ele passou tempo com Seus amigos, celebrando a Páscoa que comemorava o êxodo do Egito. Jesus deu àquela refeição um novo significado. Ele deu ao pão e ao vinho da refeição um novo significado. Ele interpretou o pão e o vinho da refeição como símbolos do seu corpo e sangue, entregues na morte (Lc 22.14-20).

Pouco depois Jesus foi preso, julgado e condenado à morte pelos líderes judeus, e depois pelos romanos (pois os judeus não podiam fazer execuções naquela época). Ele foi executado por crucificação. Trevas cobriram a terra enquanto ele estava pendurado na cruz. Jesus morreu.

Três dias depois Seus seguidores ficaram totalmente maravilhados e alegres em vê-lo vivo novamente: a morte não fora capaz de derrotá-lo. Ele era o mesmo Jesus que conheciam há três anos, mas que agora estava mais vivo que nunca. Ele realmente era o Messias!


5. Os seguidores de Cristo

Após amar da galileia sua ressurreição, Jesus deu a seus seguidores a responsabilidade de contar aos outros sobre ele. Antes de voltar para Deus, ele prometeu dar-lhes poder para realizar esta grande tarefa.

Na festa judaica de Pentecostes, pouco tempo mais tarde, os seguidores de Jesus foram surpreendidos pelo envio do Espírito Santo, quando receberam a capacidade de falar em novas línguas, de forma que uma grande multidão foi atraída para ouvi-los falar sobre Jesus.

Aquele pequeno grupo rapidamente espalhou a mensagem sobre Jesus por todos os países ao redor do mar Mediterrâneo. Pequenos grupos de cristãos começaram a formar-se, inicialmente entre o povo judeu, mas depois também entre não-judeus: a promessa feita a Abraão de que toda a humanidade seria abençoada por meio da sua descendência começava a se cumprir! Estes grupos reuniam-se na casa de algum membro do grupo.

E os primeiros grupos cristãos tinham seus problemas! As cartas dos primeiros líderes cristãos demonstram os tipos de dificuldades que tinham, ajustando-se a um novo modo de vida que derrubava barreiras entre as pessoas - barreiras de gênero, condição social e raça (Gl 3.28).

Eles tiveram de aprender o que significava ser seguidor de Jesus: não era mais possível viver do jeito que quisesse. Cuidar dos outros, principalmente de outros cristãos, era mais importante que suas próprias necessidades. Além disso, eles tinham de estar prontos para sofrer pela sua fé em Jesus - muitos foram excluídos socialmente, outros morreram porque se comprometeram a segui-lo.

Bíblia

A Bíblia como testemunha 

A Bíblia não conta esta história de forma distante, como um historiador faria. Ela é escrita para convidar aqueles que ouvem sua mensagem a confiar em Jesus também. É escrita para convencer seus leitores a se tornarem seguidores de Jesus, e ajudá-los a entender como segui-lo com outras pessoas. Ler a Bíblia é como receber um convite para uma festa - ela busca nossa resposta! 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

6. O fim dos tempos 

Símbolo do final dos temposComo os primeiros cristãos lidavam com este sofrimento? Como entendiam o que Deus estavam fazendo agora que Jesus deixara a terra?

O último livro da Bíblia, Apocalipse, mostra que Deus tem o controle dos processos da história, algo que elevaria os espíritos dos cristãos perseguidos à presença do grande Deus que serviam. Mais que isso, os primeiros cristãos aguardavam um dia em que Jesus voltaria à terra para completar, finalmente, a obra que começara na Sua vida, morte e ressurreição.

Nesse dia, os cristãos esperam a renovação e restauração de todo o universo de volta ao plano original de Deus na criação (Ap 21.1-8).

Será também um dia em que o mal e o pecado serão removidos do mundo, um dia no qual aqueles que rejeitam a Deus serão julgados e aqueles que confiam em Jesus verão o Senhor face a face.

 

Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.
Mateus 11:28

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