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O PRIMEIRO DIA DA PÁSCOA

Reunindo a evidência dos quatro  Evangelhos, podemos sugerir a seguinte sequência de acontecimentos:

Veja JESUS - A RESSURREIÇÃO 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

A PÁSCOA E A ÚLTIMA CEIA
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A BÍBLIA DO PONTO DE VISTA FEMININO

Gênesis começa com o fato de que homens e mulheres foram criados iguais à vista de Deus e na presença um do outro. A criação de ambos é considerada muito boa (Gn 1.31).

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JESUS e o Antigo Testamento

 Imagem de Jesus

A Bíblia de Jesus era o AT. Ele o citava frequentemente (nos Evangelhos aparecem pelo menos 40 citações diretas) além de referir-se indiretamente a suas histórias e ensinamentos (cerca de 70 alusões claras, nos Evangelhos). Suas citações eram, muitas vezes, introduzidas com um simples, porém decisivo, "Está escrito". Às vezes ele falava mais diretamente sobre sua importância:

•"Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim revogar, mas cumprir.
Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til jamais passará da lei, sem que tudo seja cumprido"(Mateus 5:17-18).

"E disse-lhes: São estas as palavras que vos disse estando ainda convosco: Que convinha que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na lei de Moisés, e nos profetas e nos Salmos"(Lucas 24:44).

"A Escritura não pode ser anulada" (João 10:3).

Algumas de suas palavras mais severas foram dirigidas àqueles que tentavam rejeitar os claros mandamentos de Deus no AT, apelando a ensinamentos que, por mais respeitáveis que fossem, não passavam de tradições humanas (Mc 7.1-13).

A autoridade do AT 

Em controvérsias públicas, Jesus regularmente usava uma citação do AT para resolver a questão (veja, p.ex., Mt 12.3-4,5-7;21.13,16;22.31-32,43-44). Era um método eficaz, já que outros judeus também aceitavam a autoridade do AT. Mas isso não era apenas uma postura pública para chegar ao nível das pessoas. Mesmo em particular o AT era a base de sua vida.

"Sem o Antigo Testamento jamais entenderemos o Novo."

Ao ser tentado no deserto, foi ao AT que ele recorreu para orientação (Mt 4.4,7,10). E, mesmo em sua agonia final na cruz, falou palavras tiradas do AT (Mc 15.34; Lc 23.46, citando Sl 22.1; Sl 31.5).

Ao ensinar seus discípulos, Jesus sempre usava a linguagem do AT, às vezes por citação direta, mas muitas vezes inserindo palavras familiares do AT em seus dizeres. Por exemplo, sua misteriosa previsão dos acontecimentos futuros em Mt 24.29-31 (apenas três versículos!) baseia-se em nada menos do que sete passagens do AT (Is 13.10;34.4; Dn 7.13; Zc 12.12; Is 27.13; Dt 30.4; Zc 2.6).

Parte do ensinamento ético mais importante de Jesus saiu diretamente da lei de Moisés (veja Mt 19.18-19, inspirado nos Dez Mandamentos; e Mt 22.37-40, inspirado em Dt 6.5 e Lv 19.18). Seu Sermão no Monte contém uma sequência surpreendente de exemplos na qual ele examina textos e temas do AT, explicando como devem ser aplicados à vida prática dos cristãos (Mt 5.21-48).

Sua queixa em relação a outros mestres judeus era que não exploravam todas as implicações destes mandamentos divinos; suas interpretações artificiais e superficiais não chegavam ao cerne da questão e os impediam de descobrir a vontade revelada de Deus.

O cumprimento do AT 

Jesus veio "cumprir o AT (Mt 5.17). No seu ensinamento logo descobrimos que isto não significava apenas reforçar o que aparece no AT. Às vezes ele trazia algo surpreendentemente novo, como, por exemplo, sua declaração de que "não é o que entra pela boca o que contamina o homem, mas o que sai da boca, isto, sim, contamina o homem" (Mt 15.11; compare com as leis alimentares em Lv 11). Foi mais através de sua própria vida, e, acima de tudo, com a sua morte que ele o cumpriu.

Assim, Jesus muitas vezes falava sobre a sua vida e seu ministério, apontando para modelos do AT. Segundo o relato de Lucas, enquanto Jesus caminhava com dois de seus discípulos, após a ressurreição, "começando por Moisés, discorrendo por todos os Profetas, expunha-lhes o que a seu respeito constava em todas as Escrituras" (Lc 24.27). Mas este foi apenas o clímax da  maneira como ele os havia ensinado durante todo o seu ministério.

às vezes, ele se referia a pessoas ou acontecimentos do AT como "prenúncios de sua própria vida (p.ex., Mt 12.40-42); às vezes, citava profecias explícitas sobre aquele que viria (p. ex., Lc 4.17-21; 22.37). Sempre de novo enfatizou que ele precisava sofrer e morrer, porque era isto que havia sido escrito a seu respeito (p. ex., Mc 8.31; 9.12-13; Lc 18.31; Mc 14.21,27; Mt 26.54; Lc 24.44-47).

Ele veio para "cumprir", e havia uma obrigação divina quanto ao que estava escrito. Precisava ser cumprido.

Para Jesus, o AT não era apenas um livro de registros históricos interessantes, mas a palavra de Deus com autoridade. Ele cria em suas afirmações, endossou seu ensinamento, obedeceu a seus mandamentos, e estava determinado a cumprir o padrão de redenção estabelecido por ele.

Sua aceitação incondicional do AT como palavra de Deus serviu de modelo aos seus seguidores, inclusive os escritores dos livros do NT, que se deleitavam em fazer associações entre Jesus e o AT e compartilhavam a mesma convicção que Jesus tinha a respeito da autoridade do AT. O AT já foi descrito, com razão, como "a subestrutura da teologia do NT". Sem o Antigo Testamento, jamais entenderemos o Novo. Na verdade, sem ele, jamais entenderemos Jesus.

VEJA TAMBÉM:

O ANTIGO TESTAMENTO NO NOVO TESTAMENTO
O AT NO NT
A INFLUÊNCIA DAS SAGRADAS ESCRITURAS NA FORMAÇÃO INTELECTUAL DE JESUS


 

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