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Hebreus

Hebreus

HEBREUS

O nosso grande Sumo Sacerdote 

RESUMO
O antigo sistema de leis e sacrifícios foi substituído por algo novo e bem melhor em Cristo. O autor incentiva seus leitores, cristãos de origem judaica, a crescerem na fé - e adverte contra o perigo de voltar atrás.

 

 

VEJA: Para entender HEBREUS

Hebreus

 

A origem de Hebreus é um tanto misteriosa. Os mais antigos manuscritos são anônimos, e o documento não traz a abertura convencional, típica das cartas escritas no primeiro século, que identifica o autor e seus destinatários.

Em 13.22, o autor descreve o seu texto como uma "palavra de exortação", palavras de ânimo, e não como epístola. (É possível que ele tenha adaptado um sermão ou discurso dado em alguma ocasião especial).

Mesmo nos primeiros séculos da era cristã ninguém sabia com certeza quem era o autor da carta, embora muitas pessoas a atribuíssem a Paulo. Hoje isto é considerado pouco provável. Hebreus não reflete o estilo de Paulo nem o seu pensamento. Mas afirmar isso não nos aproxima da solução do problema. Com base na epístola, sabemos que o autor conhecia Timóteo (13.23). Ele escreve um grego de excelente qualidade e era, com certeza, um mestre competente. Conhecia o AT a fundo. E ele cita a versão grega da Septuaginta, o que significa que provavelmente era um um judeu de fala grega (helenista), escrevendo a outros judeus de fala grega. Era um cristão que meditara profundamente sobre a relação entre a sua fé e o judaísmo. 

A quem foi enviada?

O título "Aos Hebreus" é bem antigo, mas pode não ser original. O texto, que discute a questão do sacerdócio e dos sacrifícios e está recheado de citações do AT, permite concluir que foi escrito para um grupo de cristãos de origem judaica que tinha certo nível intelectual. O grupo não era tão novo assim (2.3; 13.7), e tinha inclusive um histórico de perseguição. A essa altura já deviam ser cristãos maduros, capazes de ensinar outros (5.11--6.2). Em vez disso, estavam isolados e fechados em si mesmos. Aparentemente pensavam em voltar ao judaísmo. Precisavam ser bem lembrados de que aquilo que possuíam em Cristo era muito melhor.

Quando foi escrita?

Se Jerusalém e o Templo já tivessem sido destruídos pelos romanos, fato que aconteceu em 70 d.C., o autor certamente mencionaria isso em sua discussão sobre sacerdotes e sacrifícios. Assim, é quase certo que a epístola foi escrita antes de 70 d.C. Se foi enviada a Roma (veja 13.24), é bem provável que tenha sido escrita na década de 60, talvez um pouco antes da perseguição de Nero (isto se 12.4 for interpretado literalmente).

De que trata?

A grande questão que Hebreus aborda é como o homem pode chegar a Deus. Poucas questões são mais importantes ou mais universais. É essa questão que faz com que uma epístola inegavelmente difícil tenha um significado perene. Veja "Para entender Hebreus".

A carta foi escrita a um grupo de cristãos de origem judaica que estava em dúvida se ficava no cristianismo ou voltava para o judaísmo. De certa forma, é a contrapartida à epístola de Paulo aos Romanos. Só que Hebreus se dirige a um público judeu e explica a relação entre Cristo e tudo que aconteceu anteriormente na história religiosa do povo de Israel. Assim, o autor compara e contrasta a pessoa e a obra de Jesus com o sacerdócio e o sistema sacrificial do AT. Jesus não é apenas incomparavelmente maior e melhor do que estes; ele é, também, a realização última de tudo que representavam. Ele é o sacerdote perfeito que ofereceu o sacrifício perfeito. Ele finalmente removeu a barreira do pecado e deu às pessoas acesso a Deus de uma forma que o sistema sacrificial jamais poderia fazer. O sistema sacrificial era a cópia; Jesus é o original. Aquele sistema era a sombra; Jesus é a realidade que homens e mulheres sempre haviam buscado. Abandoná-lo e voltar a um substituto inferior, a algo que havia mostrado ser um fracasso, seria pôr tudo a perder.

Hb 1: O Filho de Deus é superior aos anjos

A carta começa com uma impressionante afirmação a respeito da natureza do Filho de Deus (compare Cl 1.15-20). Jesus não apenas é a revelação completa, suprema e final do próprio Deus; ele é a efetiva encarnação da natureza e da glória de Deus. Ele é a expressão exata do Ser de Deus, a perfeita semelhança do próprio Deus. É também "herdeiro de todas as coisas", o criador e sustentador do universo, aquele que realizou o grande plano de salvação elaborado por Deus. Nele Deus solucionou o problema do pecado, tornando possível o perdão. Concluída essa missão, ele agora está assentado à direita de Deus, numa posição de poder absoluto.

Os próprios anjos (que eram quase adorados por alguns judeus) adoram a Cristo (6). Eles são seres espirituais, mas nada mais do que servos de Deus (14). O Filho é muito superior a eles - como as Escrituras demonstram.

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O uso que o autor faz do AT. Em Hebreus, as citações são tiradas da tradução grega chamada de Septuaginta, que difere em alguns pontos do nosso AT. O autor se mostra mais preocupado com o significado que com as palavras exatas usadas. Às vezes, citações e comentário do autor aparecem como uma coisa só, o que era prática comum na época em que Hebreus foi escrita. E se procurarmos as referências, veremos que o autor, a exemplo de outros escritores do NT, interpreta os textos com surpreendente liberdade. Ele atribui a alguns versículos um significado que vai além do que têm no contexto original. Veja "O AT no NT".

As citações neste capítulo são: v. 5, de Sl 2.7 e 2Sm 7.14; v. 6, de Sl 97.7 ou Dt 32.43; v. 7, de Sl 104.4; v. 8, de Sl 45.6-7; v. 10, de Sl 102.25-27; v. 13, de Sl 110.1.

À direita (3) O lugar de maior honra. Isso indica o quanto Jesus está próximo de Deus.

Hb 2: O Salvador

Se a mensagem dos anjos - isto é, a lei de Moisés (At 7.38,53) - se mostrou verdadeira, quão mais importante é a mensagem de salvação do Filho (1-4).

Por um tempo, para que morresse por nós, Cristo foi f eito menor que os anjos. Agora está coroado de glória, porque sofreu morte voluntária a nosso favor, para nos livrar do poder da morte (5-9) e nos purificar do pecado (11). É "como se toda a ordem da criação tivesse sido planejada a partir do princípio de que a glória pode ser alcançada através do sofrimento" (Donald Guthrie). Ele é o "pioneiro", abrindo caminho da salvação para que todos os que o seguem (10). Além disso, por ser um dos nossos - em todas as coisas semelhantes aos irmãos - podemos ter certeza de que ele pode nos ajudar (16-18).

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Vs. 6-8,12-13 Os textos citados são Sl 8.4-6; Sl 22.22; Is 8.17-18.

Aperfeiçoasse (10) O significado é "tornar completo". A ideia por trás desses versículos é a noção (platônica) de que este mundo é o âmbito das coisas imperfeitas e que, através da morte, entramos no céu, o âmbito da perfeição.

V. 17 Essa ideia é explicada com mais detalhes no cap. 5.

Hb 3.1-6: Jesus, o Filho de Deus, é maior do que Moisés, o servo de Deus

Moisés fez de Israel uma nação, tirando o povo da escravidão no Egito e conduzindo-os pelo deserto. Deu-lhes a lei de Deus e suas formas de culto. Ninguém era mais reverenciado pelos judeus do que Moisés, e com razão. Mas ele nunca poderia ser mais do que um fiel servo de Deus. Jesus, por sua vez, é o Filho de Deus.

"Um evangelho para minha cultura"

Algumas partes da Bíblia que parecem difíceis ou até irrelevantes numa cultura podem ser altamente significativas em outras. A Carta aos Hebreus é um exemplo disso.

Melba Maggay, falando sobre a sua própria cultura, a cultura filipina, disse: 

"Para nós Deus é alto e elevado - um Senhor sombrio...inacessível. Uma necessidade básica na nossa cultura é um Deus que seja mediador entre nós. Temos um texto nas Escrituras que supre essa necessidade, esse anseio por um intermediário, por esse Deus mediador: a Carta aos Hebreus. Temos um sumo sacerdote que pode compadecer-se das nossas fraquezas, um sumo sacerdote que entrou no céu adiante de nós. Podemos nos aproximar confiadamente, sem medo de sermos rechaçados. Aquele Deus distante pode ser alcançado através deste Deus mediador, Jesus Cristo. Isto é uma boa notícia na minha cultura. É um evangelho para a minha cultura."

Hb 3.6--4.13: Descanso para o povo de Deus

Toda esta passagem se baseia na versão grega de Sl 95.7-11.

Os destinatários da carta se encontram numa situação muito semelhante à de Israel na época do êxodo. Os dois grupos viram Deus agir de forma maravilhosa. Mas apesar disso os israelitas se rebelaram contra Deus, no deserto. Não tiveram fé e, assim, toda uma geração perdeu o direito de entrar na terra prometida para desfrutar do descanso que Deus lhes teria dado (3.11). Cuidado. O que aconteceu naquela época pode se repetir agora, se aqueles que ouvirem a mensagem de Deus não a aceitarem. (4.1-2).

A comparação se torna ainda mais específica. O "descanso" do que Deus falou era mais que uma vida estável e segura na terra que ele havia prometido. Através do salmista (Sl 95), séculos depois de Josué, Deus ainda estava apelando ao povo para que entrasse no descanso que ele havia preparado. Há um equivalente ao antítipo espiritual da terra prometida, e o passaporte que dá acesso é a fé (4.3). Esse descanso providenciado por Deus existe desde a criação (4.4; Gn 2.2). E ainda está lá. Entramos nesse repouso eterno, a paz de Deus, quando confiamos nele e levamos a sério a Sua Palavra.

O autor baseou sua argumentação na Palavra de Deus. Agora ele faz uma pausa e reflete sobre essa Palavra. Ela é viva, é eficaz, é penetrante, e escancara tudo aos olhos daquele a quem todos terão de prestar contas (4.12-13).

3.8 Veja Êx 17.1-7; Nm 20.1-13.

 

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Hb cap 4.14 ao cap.13
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