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Resumo: A história de Jesus contada por João é um Evangelho de luz e amor.

Assim como os outros três Evangelhos, João conta a história de Jesus, abrangendo parte do mesmo conteúdo. No entanto, para nossa surpresa, este Evangelho é bem diferente de Mateus, Marcos e Lucas. Um líder da Igreja antiga chamado Clemente de Alexandria disse que João era o Evangelho "espiritual".

luz

Em seu Evangelho, João usou bastante o símbolo da luz que vem ao mundo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Introdução

João complementa os outros relatos, centrando-se no significado do que ocorreu.

João escreveu conforme um plano e padrão diferentes dos demais Evangelhos. Seu Evangelho traz menos episódios, se comparado com o que se encontra nos outros três.

Dos vários milagres, ele selecionou certos "sinais" que mostram claramente quem Jesus é.

Ele registrou principalmente o que Jesus disse - em especial sobre si mesmo - num estilo bem diferente de Mateus, o outro Evangelho que se concentra nas afirmações de Jesus. Ele não incluiu parábolas, mas nos dá as grandes afirmações de Jesus iniciadas com "Eu sou".

Enquanto os outros três dão destaque especial à Galiléia, a maioria dos acontecimentos registrados em João ocorreu em e ao redor de Jerusalém por ocasião de várias festas judaicas. É possível que Jesus tenha adotado um estilo diferente de ensinar quando estava na cidade que era a capital e o centro teológico do país.

O Evangelho de João fala sobre "os judeus", quase como se os discípulos de Jesus não fossem também judeus. Ele fez isso provavelmente para seus leitores não judeus - algo muito natural, se ele escreveu o seu Evangelho em Éfeso. O fato de ele usar essa designação indistintamente para os judeus em geral e para as autoridades religiosas que se opuseram a Jesus tem sido interpretado equivocadamente como uma característica anti-semita. Mas o próprio João era judeu, e ele escreveu que "muitos dos judeus... creram", principalmente à medida que a história vai chegando a seu ponto alto (veja, p. ex., 11.45; 12.11,42). E ele se esforçou para explicar a incredulidade dos outros (12.37-43; compare isso com Paulo, angustiado com a mesma questão em Rm 9--11).

O grande tema do Evangelho de João é o amor: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crê... tenha a vida eterna" (3.16). João descreve Jesus como a luz inextinguível que brilha nas trevas: luz que oferece o dom da vida.

O autor e seus leitores

O autor se refere a si mesmo como "o discípulo a quem Jesus amava" (21.20,24). Ele era um dos Doze, e um dos mais próximos a Jesus e Pedro. O Evangelho não menciona o apóstolo João e descreve João Batista apenas como "João". Essas pistas apontam para João, filho de Zebedeu, irmão de Tiago e sócio de Pedro e André. Mesmo que João não tenha escrito o Evangelho de próprio punho (ele pode ter usado um secretário, como Paulo fazia), isso não anula o fato de que a ligação com ele é bastante estreita. Na Igreja primitiva acreditava-se que o apóstolo, já idoso, escreveu ou ditou o Evangelho em Éfeso, cidade da região onde hoje fica a Turquia.

Isso é interessante, porque foi claramente escrito por um judeu da Palestina que combinou conceitos encontrados também nos Rolos do Mar Morto com linguagem "pré-gnóstica" e idéias do mundo greco-romano (veja "Para entender Colossenses"). O conceito judaico de "reino de Deus" aparece, em João, numa formulação diferente: "vida eterna". No seu prólogo, ele usa a palavra logos (traduzida por "Palavra" ou "Verbo"), que tinha significado especial tanto para judeus como para pessoas do mundo helenista. Outros exemplos são os temas de luz e trevas, e a glória revelada através da vida de Cristo no mundo.

O Evangelho parece supor que os leitores já conheciam os fatos da vida de Jesus, e é geralmente como sendo escrito para cristãos, judeus e não judeus. As palavras "para que vocês creiam", em 20.31, que parecem se referir a incrédulos, podem significar "para que continuem a crer" ou "para que sejam confirmados em sua fé".

O apóstolo João

João pode ter sido primo de Jesus (sendo Salomé, a mãe dele, irmã de Maria: Mt 27.56; Mc 15.40; Jo 19.25). A empresa familiar no ramo da pesca, em Cafarnaum, deve ter sido uma atividade bem-sucedida, pois eles (Zebedeu e seus filhos) tinham empregados. Se o "outro discípulo" mencionado em 18.15-16 era João, talvez foi através dessa atividade comercial que João tinha contato com o sumo sacerdote (Jo 18.15-16). Também é possível que ele fosse o discípulo anônimo de João Batista mencionado em Jo 1.35,40.

João certamente foi um dos discípulos que conhecia Jesus mais de perto. João e Tiago (apelidados por Jesus de "filhos do trovão") formavam, com Pedro, o privilegiado grupo de discípulos que estava com Jesus em momentos marcantes do ministério dele.

Quando o Evangelho foi escrito?

A maioria dos estudiosos acredita que esse foi o último Evangelho a ser escrito, no final do primeiro século, embora alguns o datem de antes de 70 d.C., quando a rebelião judaica contra Roma resultou na destruição de Jerusalém.

Jo 1.1-18 O prólogo

Mateus e Lucas começam as suas narrativas com o nascimento de Jesus. Marcos começa com o início do ministério de Jesus. A introdução de João vai até o princípio de tudo. Aqui, a história de Jesus não começa com um nascimento humano. Este Evangelho fala sobre "a Palavra" que tem a mesma natureza de Deus (1) e que foi o instrumento de Deus na criação (3). Quando Deus falou (veja Gn 1), sua Palavra deu origem à vida.

Logo a seguir aparece esta impressionante verdade: essa mesma Palavra se tornou um ser viveu entre nós", diz João. "Vimos a sua glória". Sua vida brilhou em contraste com  a escuridão de um mundo que se recusou a reconhecê-lo (10). Nem mesmo o seu povo quis recebê-lo (11). Mas aqueles que o receberam são abençoados com o perdão amoroso de Deus (graça, 16). São seus filhos adotados (13).

Deus enviou um mensageiro para preparar o seu povo para a vinda de Cristo (6-7), mas o papel do seu único Filho é mostrar quem é Deus (18).

Verbo/Palavra (1) Em grego, logos. João escolheu uma palavra que para judeus e gentios "é o ponto de partida de todas as coisas" (William Temple). Ela combina o pensamento judaicos da auto-revelação de Deus com a idéia grega da "Razão" por trás de tudo.

Universo

No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
Ele estava no princípio com Deus.E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou.
João 1.1-2,14,18

João (6) João Batista (veja Lc 1, Mt 3, Mc 1), o anunciador do Cristo que viria.

V. 14 João pode estar se referindo de modo especial àquele episódio em que ele, Pedro e Tiago viriam Jesus em sua glória, no monte da transfiguração (Mt 17. 1-8).

Jo 1.19--2.12

João e Jesus: as cenas iniciais

Jo 1.19-34: "Eis o Cordeiro de Deus"

A pregação dramática de João Batista atraiu a atenção de muita gente. Mas ele fez com que essa atenção fosse dirigida a outro. Ele não era o Messias. Nem mesmo admitiu ser o segundo Elias que havia sido prometido (Ml 4.5; em contraste, Jesus não deixou dúvidas de que essa profecia se cumpriu em João: Mt 17.10-13). E ele também não era o profeta como Moisés, mencionado em Dt 18.15. Tão logo Deus lhe revelou quem era o seu escolhido (32-34), João direcionou o povo a Jesus.

Os judeus (19) Como em outras partes do Evangelho, João não fez distinção entre uma designação mais ampla ("todos os judeus") e um sentido mais estrito ("os líderes judeus"). Aqui ele se refere às autoridades religiosas dos judeus. Veja a Introdução.

Fariseus (24) Veja "A religião judaica na época do NT."

Betânia (28) Essa não é a Betânia próxima de Jerusalém mencionada em outras passagens. Sua localização exata é desconhecida.

O Cordeiro de Deus (29) Uma expressão que vem dos sacrifícios oferecidos no AT (Lv 4.32-35; veja também Is 53.4-12). O pecado separa a pessoa culpada do Deus Santo. Mas na época do AT um animal podia ser oferecido como "expiação". Novos pecados exigiam novos sacrifícios. Jesus é o "Cordeiro" de Deus que entregou a sua vida de uma vez por todas para "tirar o pecado do mundo". É interessante notar que Jesus morreu quando os cordeiros eram mortos para a festa da Páscoa.

Jo 1.35-51: Os primeiros discípulos de Jesus

Veja "Os doze discípulos de Jesus" e notas em Mc 3.7-19. Ao ouvirem as palavras de João, dois de seus seguidores o deixaram para seguir Jesus: André, o pescador (veja também 6.8-9,12.22), e um seguidor anônimo, possivelmente o apóstolo João. As novas eram boas demais para não serem compartilhadas; assim, André levou Pedro a Jesus, e Filipe (veja também 6.5; 12.21; 14.8) levou Natanael.

Vs. 32.34 João é o primeiro de quatro testemunhas que, neste capítulo, identificam Jesus como Filho de Deus, Messias e Rei de Israel (41,45,49).

Hora décima (39, ARA) "Quatro horas da tarde" (NTLH), se contarmos a partir das seis da manhã (o nascer do sol). Tradicionalmente, os judeus contavam as horas a partir das seis da manhã até às seis da tarde, e das seis da tarde até às seis da manhã. Contudo, há quem argumente que, no Evangelho de João, adota-se o sistema romano de contar as horas, ou seja, da meia-noite ao meio-dia e do meio-dia até a meia-noite. (Neste caso, a hora décima seria dez da manhã.)

V. 42 Tanto "Cefas" (o nome aramaico) como "Pedro" (que vem do grego) significam "Homem-rocha".

V. 48 Natanael estava seguindo o costume judaico de meditar sobre as Escrituras debaixo da figueira. Com base nas palavras de Jesus no v. 51, é provável que ele estivesse pensando sobre o sonho de Jacó, em que o patriarca viu uma escada que ia da terra até o céu (Gn 28.12). Jesus aplicou a si essa história de Jacó. Em Jo 21.2, Natanael parece ser um dos Doze. No entanto, ele não aparece nas listas de apóstolos, a menos que Bartolomeu fosse seu outro nome.

Filho do homem (51) A descrição favorita que Jesus usava para si mesmo. O título ecoa a visão de Daniel sobre o futuro rei (Dn 7.13-14).

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Mateus 11:28

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