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O PRIMEIRO DIA DA PÁSCOA

Reunindo a evidência dos quatro  Evangelhos, podemos sugerir a seguinte sequência de acontecimentos:

Veja JESUS - A RESSURREIÇÃO 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

A PÁSCOA E A ÚLTIMA CEIA
Páscoa

 

A BÍBLIA DO PONTO DE VISTA FEMININO

Gênesis começa com o fato de que homens e mulheres foram criados iguais à vista de Deus e na presença um do outro. A criação de ambos é considerada muito boa (Gn 1.31).

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Curiosidades Gerais

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O MALDITO DO MADEIRO (Exegese)

Em Dt 21:22, 23 há uma lei que exige que um pecador passível de pena de morte fosse, depois de morto, pendurado num madeiro, pois ele era “maldito de Deus.” Porém a primeira vista não se pode perceber que tipo de pecado tal condenado cometeu e por que ele tinha se tornado maldito. O fato se torna mais interessante pela aplicação que Paulo faz de Dt 21:23 em Gl 3:13 a Jesus. Por essa razão este artigo se propõe a descobrir: a natureza do pecado que levava a pessoa a ser declarada “maldita de Deus;” em que ocasiões este tipo de pena se utilizaria e exemplos bíblicos de sua aplicação; bem como secundariamente ver possíveis aplicações neotestamentárias. Para tanto, será realizada uma exegese nos moldes do método histórico-gramatical, dando ênfase na estrutura do livro e da seção de Dt 19-21.

Concluiu-se que:

1) O maldito é o derramador do sangue inocente cuja vida era requerida como expiação para a terra profanada;

2) A terra seria profanada com a decomposição do corpo, porque Deus habitaria na herança que Ele concedeu ao Seu povo, Ele é vida;

3) O pendurar não era execução, mas exposição do cadáver do malfeitor;

4) Paulo aplica a lei de Deuteronômio a Jesus, mostrando que Cristo assumiu a culpa e condenação de todos os pecados inclusive os que só se expiavam mediante a morte do malfeitor; e que

5) O caso de Judas e seu enforcamento é uma possível aplicação de Dt 21:22, 23.


 

O nome de Josué era Oseias!

Josué, também chamado Oséias (Nm 13, 8 - 14, 6) (ou Joshua, do hebraico יהושע בן נון, Yehoshua ou Yeshua, significa "O Senhor é salvação", Iesous na transliteração para o grego, e na forma latina, Jesus), de modo que o nome de Jesus também significa O Senhor é salvação.

Oséias significa “salvação”, todavia, seguindo a prática hebreia e semítica de mudar o nome a fim de ratificar a mudança de posição ou destino, Moisés, influenciado pelo Espírito de Deus, muda o nome do primogênito da tribo de Efraim para Yehōshuāh. Com a mudança do nome, altera-se também a função e a responsabilidade do indivíduo diante de Deus e do povo de Israel.

No cânon hebraico, o livro de Josué é o primeiro rolo dos “Livros dos Profetas”; de acordo com a tradição judaico-cristã, é o nome do líder de Israel, sucessor do profeta Moisés. Filho de Num, da Tribo de Efraim, Josué foi ajudante de Moisés durante o êxodo dos israelitas do Egito e os 40 anos pelo deserto do Sinai. Quando Eldad e Medad estavam cheios do Espírito de Deus, Josué ficou com ciúmes de Moisés. Depois da morte de Moisés, Josué liderou o povo de Israel na conquista das cidades-estados da terra de Canaã. E foi responsável por conduzir os israelitas à Terra Prometida.


 

O OLHAR DE JESUS

Os evangelistas, particularmente Marcos, descreveram também o modo de olhar do Salvador, que exteriorizava e acentuava seus sentimentos íntimos. Para isto, eles empregaram palavras fortes e emblemáticas.

Quando pela primeira vez Jesus viu Simão Pedro, olhou-o como que para ler o fundo de sua alma (Jo 1.42). Outro olhar mais penetrante, ele dirigiu a Pedro, no átrio do palácio de Caifás, quando o desafortunado apóstolo acabara de nagá-lo (Lc 22.61). Com a mesma intensidade e com particular ternura, Jesus olhou para o jovem rico, de nobres qualidades, que se recusou egoisticamente a obedecê-lo (Mc 10.21-22).

Antes de começar o Sermão do Monte, Jesus levantou os seus olhos sobre os seus numerosos ouvintes como costumam fazer normalmente os pregadores no momento de começar sua mensagem (Lc 6.20). Da mesma forma, ele gostava de olhar para os seus apóstolos e discípulos (Mt 19.26; Mc 3.34; 8.33; 10.27; Lc 6.20).

Nos olhos de Jesus, normalmente tão doces, podiam brilhar, em um momento de ira santa, fulgores terríveis (Mc 3.5).

Bem-aventurado Zaqueu, para quem Jesus levantou amorosamente os olhos enquanto este estava lá no alto de um sicômoro (Lc 19.5).

Marcos nos fala de Jesus olhando com bondade para a mulher que sofria de fluxo sanguíneo, que acabara de "provocar" um milagre (Mc 5.32).

Jesus olhou com tristeza para os ricos que depositavam orgulhosamente suas ofertas nos gazofilácios colocados nos átrios do Templo e, com admiração, atentou para a pobre viúva que timidamente depositou o único dinheiro que possuía (Mc 12.41-42).

Ele contemplou com muda indignação, no dia de sua entrada triunfal, os abusos que haviam se introduzido nos átrios do Templo (Mc 11.11).

Quão formosos deveriam ser os olhos do Salvador quando, para entrar em comunicação mais íntima com Deus, levantava-os ao céu antes de começar a orar (Mt 14.19; Mc 6.41; 7.34; Jo 11.41; 17.1)!


 

O CORPO DO HOMEM-DEUS (JESUS)

E o Verbo se fez carne (Jo 1.14a). Conforme já vimos anteriormente, o evangelista João não retrocedeu perante o realismo dessa frase. Verdade é que ela expressa com admirável força o amor infinito do Verbo encarnado. Aquele a quem Paulo chamou de Jesus Cristo, homem (1Tm 2.5) possuía um corpo físico semelhante ao nosso em aspecto e constituição orgânica, mas dotado de um privilégio único: de ser extraordinariamente santo, puro, pois o Próprio Espírito Santo o havia formado no ventre de Maria.

Lucas, como vimos, assinalou algumas transformações sucessivas naquele sagrado corpo até a maturidade (Lc 2.40,52). Pelo modo sobrenatural de sua formação e como instrumento do Verbo divino, o corpo de Jesus gozava de constituição perfeita, comparado ao do primeiro homem quando saiu das mãos do Criador.

As informações que os evangelhos nos dão acerca da incessante atividade de Jesus durante sua vida pública, sobretudo suas frequentes andanças, suas privações, sua pregação todos os dias, todas essas coisas que exigiam gastos consideráveis de energia (detalhes que Marcos nos dá em duas circunstâncias diferentes: Mc 3.20 e 6.31), são, por si sós, suficientes para demonstrar que durante longos períodos Jesus não teve um instante sequer de repouso.

Ele teve um corpo sadio e resistente. Os evangelistas nunca nos deram a entender ou nos levaram a suspeitar que Jesus tivesse alguma enfermidade de qualquer espécie que fosse. Isso pode ser entendido sem dificuldade. Havendo sido  divinamente formado, sua carne nem um germe de corrupção tinha.

Contudo, se não era conveniente que o Filho de Deus estivesse sujeito às enfermidades que, por consequência do pecado original, são uma deformação da natureza humana, o plano da salvação exigia que ele tivesse capacidade de sentir dor, de padecer (Lc 9.22; 24.26,46; At 17.3; 1Pe 2.21; 4.1), mas que também fosse o cordeiro de Deus, perfeito sem deficiência ou defeito algum. (1Pe 1.19).

O corpo de Jesus possuía um altíssimo grau de sensibilidade, que avivava e aumentava inúmeras vezes o sofrimento físico. Por isso, ele sofreu, durante sua Paixão, crudelíssimas torturas, mas não esperou para conhecer só naquele momento o padecimento. Os evangelistas nos dizem que o Salvador conheceu a fome (Mt 4.2; Mc 3.20; 6.31), a sede (Jo 4.7; 19.28), a fadiga após caminhar longamente (Jo 4.6), a necessidade de dormir (Mt 8.24; Mc 4.38; Lc 8.23). E, como nós, ele esteve sujeito à morte, cuja vista antecipada lhe causou, assim como a nós, viva repugnância (Mt 26.37-42; Mc 14.33-39; Lc 22.41-44). Verdade é que para ele se tratava de uma morte acompanhada de padecimentos físicos, emocionais e espirituais indizíveis.

Mesmo que habitualmente submetido às mesmas leis que nós, em algumas ocasiões, Jesus mostrou o domínio delas, por exemplo, ao andar sobre as águas do lago de Genesaré (Mt 14.25-32; Mc 6.48-51; Jo 6.19-21) e durante sua transfiguração, quando o seu rosto resplandeceu como o Sol, e as suas vestes se tornaram brancas como a luz (Mt 17.2; Mc 9.2; Lc 9.29).

Depois de sua ressurreição, seu corpo sagrado adquiriu qualidades novas, que os evangelistas não se esqueceram de mencionar, e que os teólogos designam com os termos sutileza, claridade, impassibilidade e agilidade. Com esse corpo glorioso, mas ainda guardando em si as marcas da crucificação (Jo 20.27), Jesus ascendeu aos céus (At 1.9,11), e em corpo visível voltará para buscar a sua Igreja (Mt 26.64; Mc 14.62).


 

Livros que serão abertos no Trono Branco

1 Livro da consciência:Rm 2.15; 9.1
2 Livro da natureza: Jó 12.7-9; Rm 1.20; SI 19.1-4
3 Livro da Lei: Rm 2.12; 3.20
4 Livro do Evangelho: Rm 2.16; Jo 12.48
5 Livro da memória: Lc 16.25; Mc 9.44
6 Livros dos atos dos homens: Ap 20.12
7 Livro da vida: Ap 20.12 

 


 

As sete afirmações "Eu sou..." e os sete "sinais" de Jesus descritos no Evangelho de João

Evangelho1º "Eu sou" O pão da vida (6.35)

Sinal: a multiplicação dos pães (6.5-14)

2º "Eu sou" A luz do mundo (8.12)

Sinal: a cura do cego de nascença (9.1-41)

3º "Eu sou" A porta para as ovelhas (10.7)

4º "Eu sou"  O bom pastor (10.14)

5º "Eu sou" A ressurreição e a vida (11.25)

Sinal: a ressurreição de Lázaro (11.1-44)

6º "Eu sou" O caminho, a verdade e a vida (14.6)

 A videira verdadeira (15.1)

OUTROS SINAIS:

-Água em vinho no casamento em Caná (2.1-11)

-Cura do filho do oficial (4.46-54)

-Cura do enfermo no tanque de Betesda (5.1-9)

-Jesus anda sobre o mar da Galiléia (6.16-21)

Veja 3.2; 6.14; 7.31; 20.30-31 para os motivos pelos quais João registrou esses sinais. Jo 2.13-22 indica o sinal supremo: a ressurreição do próprio JESUS. Click na imagem acima.


 

HORAS

Romano Moderno
1ª hora (prima) 6h
3ª hora (tércia) 9h
6ª hora (sexta) 12h
9ª hora (nona) 15h
12ª hora (duodécima) 18h
1ª Vigília (ou da tarde) 18h às 21h
2ª Vigília (ou da meia-noite) 21h às 24h
3ª Vigília (ou do cantar do galo) 24h às 3h
4ª Vigília (ou da manhã) 3h às 6h

 

    

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

Jerusalém a cidade de Davi

mapa de Jerusalém

O povoamento original ficava no cimo do monte, estendendo-se para baixo, na direção da fonte de Giom. "A plataforma" no alto do monte era um lugar fácil de ser defendido e, mais tarde, o Templo  foi erguido naquele local. Segundo a tradição, ali Abraão foi testado em sua fé, quando Deus lhe pediu que sacrificasse seu próprio filho. Hoje, o local é ocupado por uma Mesquita. 

 

 

 

 

 


 

Onde situava-se Sodoma e Gomorra?

sodoma e gomorra

Acredita-se que Sodoma e Gomorra foram submersas após o cataclismo que as destruiu e que as cidades agora se encontram submersas na parte sul do mar Morto, onde há estranhas formações de sal. Betume também é encontrado naquela região, o que se encaixa com os "poços de betume" mencionados em Gn 14.10. Mas nenhuma ruína foi encontrada para identificar essas cidades e, por isso, a localização nunca foi confirmada. Na verdade, as cidades poderiam ter existido em qualquer lugar no vale próximo ao mar Morto.mar Morto
Geólogos sugerem que um terremoto, comum nessa região volátil, poderia ter causado um grande incêndio e a liquefação do betume numa escala grande suficiente para engolir Sodoma e Gomorra.

 

 

 

 

 

 


 

 

 

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