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A história de Israel

INTRODUÇÃO

Candelabro

Acredito que quanto mais conhecermos os sentimentos, a mentalidade e o estilo de vida dos israelitas, melhores condições teremos de entender a Bíblia. Se, ao ler determinados textos, não pudermos visualizar um rosto roxo de raiva, por exemplo, ou ouvir alguém soltando brados de indignação, ou sussurrando palavras ternas, ou se não pudermos imaginar a dor muscular de um pescador que passou o dia todo puxando redes carregadas de peixes, aquela passagem terá pouco significado para nós.

A cultura israelita não era estática. A vida de Abraão, por exemplo, foi muito diferente da de Pedro. Precisamos evitar erros como o de ler um texto em Gênesis e depois extrapolar seus conceitos, aplicando-os ao Evangelho de João. Com a passagem do tempo, a forma de vida daquele povo foi-se modificando, e se alterou muito. Obviamente, transcorridos séculos, as mudanças eram bem sensíveis. É um grande engano supor que os judeus ou palestinos de hoje são parecidos com os personagens do NT. Pensar assim pode resultar numa interpretação inexata das Escrituras.

 

Na Bíblia hebraica, o registro da história de Israel estava em duas seções distintas:

•Os Profetas, que incluíam Josué, Juízes, 1 e 2Samuel, 1 e 2Reis;

•Os Escritos, que incluíam 1 e 2Crônicas, Esdras e Neemias. (Rute e Ester também fazem parte dessa seção, sendo incluídos entre "os cinco rolos", o Megilot, uma coleção de textos a serem lidos nas festas judaicas: Rute é lido no Pentecostes; Ester, na festa de Purim.)

História Profética 

No hebraico, a narrativa histórica que vai de Josué a 2Reis recebeu, de fato, o título de "Os Profetas Anteriores". Isto servia para distinguir estes livros dos chamados Profetas Posteriores - Isaías, Jeremias, Ezequiel - e dos doze profetas menores. É provável que aqueles livros foram classificados como profecia porque o objetivo principal dos livros era ensinar ao invés de simplesmente fazer um registro; ou porque eram a história não tanto do povo, mas da maneira como a palavra de Deus se cumpriu na vida da nação. 

Esse grupo de seis livros (não contando Rute) é considerado por muitos estudiosos uma única obra histórica completa. Alguns o chamam de "história deuteronomista", porque o ponto de vista teológico expresso é semelhante ao de Deuteronômio.  

Compilando a "história profética" 

Se os livros são tratados como uma só unidade, a data mais antiga que pode ser atribuída a toda a coleção deve ser pouco depois do último acontecimento registrado em 2Reis, a libertação do Rei Joaquim da prisão em 561 a.C. No entanto, isto se aplicaria apenas à atividade redacional mais recente. A maior parte do material é bem mais antiga e tirada, muitas vezes, de fontes contemporâneas dos acontecimentos que narram.

Entre as fontes citadas no texto estão o Livro de Jasar (ou Livro do Justo, possivelmente um hinário antigo de Israel), o Livro dos Atos de Salomão e as Crônicas dos Reis de Judá e Israel (que não tem nada a ver com os livros de Crônicas na nossa Bíblia). Estes eram os arquivos da corte, ou histórias populares baseada neles.

Eles ensinam duas coisas:

»que  em Israel, durante a monarquia, surgiu uma considerável quantidade de livros históricos;

»e que os escritores bíblicos tinham à disposição um bom número das fontes escritas. É justo supor que as fontes citadas não foram as únicas usadas, e que outras obras, tais como uma História da Corte de Davi e uma coleção das histórias de Elias e Eliseu, também fora livremente usadas.

Os livros e seu conteúdo 

Esses livros tratam de um período que vai desde a entrada na terra de Canaã, ao tempo de Josué, até à metade do exílio babilônico. A maioria dos estudiosos prefere datar a entrada em Canaã no século 13 ao invés do século 15.

Eles acreditam que os acontecimentos narrados em Josué e Juízes ocorreram entre 1240 e 1050 a.C. Recentemente a data antiga (que parece concordar com 1Rs 6.1) recebeu forte apoio da cronologia revisada dos Faraós produzida por David Rohl.

Josué abrange toda a vida do sucessor de Moisés e descreve a conquista de Canaã desde a travessia do rio Jordão até a cerimônia de renovação da aliança em Siquém que uniu as tribos num pacto de lealdade ao Senhor Deus. O livro também apresenta uma descrição detalhada da divisão de Canaã entre as doze tribos (Js 13-21).

Juízes começa lembrando ao leitor que a conquista sob Josué não foi completa e que em praticamente todos os territórios que haviam sido demarcados para as diferentes tribos ainda havia focos de resistência inimiga. Na realidade, este é o contexto em que se passa a história narrada no livro, pois, durante todo período dos juízes, várias tribos israelitas foram atacadas por vizinhos (ou antigos residentes!) hostis e os juízes ou "libertadores", foram destacados para liderar as tribos na luta contra eles, tanto em batalhas em campo aberto como em atividades de guerrilha.

Entre os juízes se destacam os seguintes:

»Débora e Baraque que lideram as forças unidas de Zebulom e Naftali contra os cananeus chefiados por Sísera.

»Gideão, da tribo de Manassés, que derrotou os midianitas e amalequitas

»Jefté, o gileadita, que subjugou os amonitas

»e Sansão, o danita, que foi o flagelo dos filisteus.

O livro termina com dois episódios bizarros: o estabelecimento de um novo santuário para a tribo de Dã (Jz 17-18) e o castigo dos benjamitas por um ultraje cometido pelo povo de Gibeá (Jz 19-20).

Até aqui o elemento histórico que aparece nessas narrativas é relativamente pequeno, pois há uma concentração em episódios , alguns deles de fundo moralista, em que o narrador revela sua arte de contador de histórias.

Com 1 e 2Samuel (a divisão entre os dois livros é artificial e provavelmente se deve apenas ao fato de o conteúdo de ambos não caber num único rolo) começamos a ter um registro mais cronológico dos acontecimentos, e isto se aplica de modo especial à história de Davi.

No início, o personagem de destaque é Samuel, que é juiz e profeta ao mesmo tempo. Mas o interesse se concentra realmente na questão se Israel vai ter ou não um rei,e, assim, Samuel fica em segundo plano no momento em que entram em cena, sucessivamente, as figuras de Saul e Davi. Saul provavelmente começou a reinar logo após a derrota em Afeca em 1050 a.C., quando a arca da aliança foi capturada pelos filisteus, e reinou até cerca de 1011 a.C. Davi reinou desde aquela data até 971 a.C. (em Hebrom durante os sete primeiros anos e depois em Jerusalém).

1 e 2Reis dão continuidade a essa narrativa, começando com a coroação de Salomão como sucessor de Davi e continuando com a divisão do reino, quarenta anos mais tarde, e a contínua rivalidade entre os reinos do Norte (Israel) e do Sul (Judá). Isto durou até Israel (o reino do Norte) ser absorvido pelo Império Assírio após a queda de Samaria em 722 a.C. Depois disto, Judá (o reino do Sul) sobreviveu precariamente por mais um século, sendo salvo milagrosamente do ataque do exército assírio durante o reinado de Ezequias e desfrutando das amplas reformas promovidas durante o reinado de Josias (640-609). Então veio o colapso diante das forças babilônicas lideradas por Nabucodonosor, culminando na queda de Jerusalém e no exílio na Babilônia. A tristeza da derrota só é aliviada pelas palavras finais de 2Reis que narram a libertação do rei Joaquim do cativeiro na Babilônia. Continuava viva a esperança de um sobrevivente que daria continuidade à linhagem do rei Davi.

Temas principais

Monarquia Como vimos, um dos principais pontos de interesse nesta história profética ou "deuteronomista" é a monarquia, em particular a dinastia do rei Davi.

Em Jz 9, houve uma tentativa fracassada de Abimeleque, filho de Gideão, de estabelecer-se como monarca hereditário em Siquém.

Em Jz 17--21, as perversidades daquela época foram atribuídas ao fato de que "não havia rei em Israel; cada um fazia o que achava mais certo" (Jz 17.6).

Em 1Samuel, cinco capítulos (8--12) são dedicados aos estabelecimento de uma monarquia. Fica claro que isso se deu com certa relutância, já que Israel era considerado uma teocracia e o Senhor Deus era seu único rei legítimo. Mas quando Davi subiu ao trono todos esses temores desapareceram, por mais que sua moralidade pessoal deixasse muito a desejar. O ponto alto do reinado de Davi foi a promessa divina de uma sucessão duradoura (2Rs 7), e a história de todos os reis de Judá que vieram depois dele pode ser vista como cumprimento dessa promessa.

Profecia Um segundo tema de grande interesse é a profecia e a palavra do Senhor. A importância que o autor dá ao ofício profético pode ser vista no tratamento dispensado a Débora e Samuel, Natã e Gade, Aías e Micaías, Elias e Eliseu, sem falar dos vários profetas e homens de Deus anônimos que são são mencionados de passagem nessa narrativa. Agiam como conselheiros reais e fiscais políticos. Eram os homens do poder, porque por sua vez eram controlados pela palavra de Deus. E, do ponto de vista do autor, era a palavra de Deus que controlava a história. Uma vez pronunciada, a palavra invariavelmente se cumpria, como se pode ver no caso da maldição sobre a casa de Acabe.

Templo Um terceiro interesse do autor é o templo em Jerusalém. Desde o início de 1Samuel podemos perceber uma preocupação especial com a arca da aliança. Ela é levada de Siló para Filístia, de volta para Quiriate-Jearim, até ser, finalmente, levada para Jerusalém. Foi no contexto em que Davi manifestou o desejo de construir uma morada mais definitiva para a arca que Natã lhe anunciou a promessa de um reino que duraria para sempre (2Sm 7.16). E, no tempo do rei Salomão, finalmente foi construído o Templo como casa permanente para a arca da aliança.

Adoração Havia, por fim, o padrão fixo segundo o qual eram avaliados todos os reis, tanto os bons como os maus. Esta era uma questão basicamente de adoração ou culto . A pergunta era esta: Durante o reinado daquele rei, o verdadeiro Deus (Yahweh) foi adorado de forma devida em Jerusalém, ou foi permitido também o ingresso de influências idólatras vindas de fora? Os altos (antigos centros de culto pagãos que tinham mais ou menos sido adaptados para a adoração de Yahweh) foram destruídos ou continuaram a existir?

Pela natureza da avaliação, todos os reis de Israel (o reino do Norte) foram reprovados, porque perpetuaram a adoração nos santuários de Betel e Dã que Jeroboão estabelecera para competir com Jerusalém.

Os reis de Judá também foram achados em falta quando por razões políticas incorporaram práticas religiosas de um soberano estrangeiro, como símbolo de submissão a ele. Embora vários tenham recebido crédito por "fazerem o que era correto", apenas Ezequias e Josias receberam recomendação irrestrita.

A obra do Cronista 

Israel

A segunda parte do relato da história de Israel, que, na Bíblia hebraica, foi incluída nos "Escritos", era considerada originalmente um único livro. O autor ou compilador geralmente é chamado de Cronista, embora não seja necessariamente obra de um único indivíduo. O período anterior ao exílio é apresentado em 1 e 2Crônicas, e os primeiros cem anos após o exílio, em Esdras e Neemias. A princípio, apenas a segunda parte (Esdras-Neemias) foi incorporada à Bíblia hebraica, provavelmente porque Crônicas e Samuel-Reis tratam do mesmo período histórico. No entanto, mais tarde também os livros de 1 e 2Crônicas foram admitidos. É por isso que na Bíblia hebraica Esdras-Neemias precede Crônicas. Para destacar a continuidade que originalmente existia entre esses livros, os primeiros versículos de Esdras foram colocados no final de 2Crônicas.

O período abrangido 

Um resumo do conteúdo mostra claramente os interesses específicos do Cronista e os assuntos tratados nestes quatro livros:

• 1Cr 1-9: genealogias de Adão a Saul.

• 1Cr 10-29: o reinado de Davi.

• 2Cr 1-9: o reinado de Salomão.

• 2Cr 10-36: a história de Judá desde Roboão até o exílio.

• Ed 1-6: a reconstrução do Templo após o exílio.

• Ed 7-10: chegada de Esdras a Jerusalém e reformas.

• Ne 1-7: Reconstrução das muralhas de Jerusalém por Neemias.

• Ne 8-13: A leitura da lei por Esdras e as reformas de Neemias.

Com base nisto podemos ver que o reino do Norte, Israel, é ignorado, e quase todo espaço é reservado a Davi e Salomão e questões relativas ao Templo de Jerusalém. Nesse sentido o autor estava seguindo os passos do historiador deuteronomista. Ele era um fervoroso defensor da dinastia de Davi e entendeu que o reino do Norte, depois que o mesmo se havia separado do reino de Judá, não mais fazia parte do verdadeiro povo de Deus. Semelhantemente, quando da reconstrução do Templo e dos muros de Jerusalém, ele se dá ao trabalho de mostrar que os samaritanos, que eram resultado do cruzamento inter-racial de israelitas e assírios, foram impedidos de participar das obras, ou, então, se tentaram impedir a reconstrução.

Mapa da cidade de Megido MEGIDO 

Megido ficava situada na extremidade da planície de Jezreel, junto à entrada da passagem pela cadeia de montanhas onde fica o monte Carmelo.

Esse lugar foi cenário de inúmeras batalhas na história de Israel.

Este modelo (foto lado direito), no museu daquele lugar, mostra como aquela cidade era fortemente protegida. 

Monte Carmelo

Os interesses do Cronista

O Cronista também admirava o rei Davi, vendo nele o principal arquiteto e idealizador do Templo, do seu culto e da sua organização. Embora Salomão tivesse construído o Templo, as idéias haviam sido todas de Davi. Isto resultou naquilo que alguns consideram uma imagem idealizada de Davi, bem diferente do "chefe da guerrilha que acabou sendo rei", e que tem lá os seus problemas, que aparace na versão da história em Samuel-Reis.

Não há dúvida de que o Cronista pinta um quadro um pouco diferente, assim como dois artistas fazem com o mesmo assunto. Acontece que seu interesse principal era registrar aqueles aspectos e acontecimentos que se relacionavam com o Templo e suas origens mais remotas. Levando em conta esta ênfase, o Cronista se mostra fascinado com a função exercida pelos sacerdotes e levitas na condução do culto no Templo. Ele menciona especificamente a lepra do rei Uzias, causada pelo fato de ter ele entrado de forma ilícita no Templo para queimar incenso. E, na destituição de Atalia (2Cr 23), que também ocorreu dentro do Templo, ele deixa claro que isso foi feito somente por sacerdotes e levitas.

Sua avaliação individual dos reis de Judá corresponde à avaliação dada em 1 e 2Reis. No entanto, tratou de explicar alguns casos estranhos em que uma aplicação rígida do princípio da retribuição parecia não funcionar, como, por exemplo, a morte trágica do piedoso rei Josias e o longo reinado do perverso rei Manassés. É importante lembrar que ele estava escrevendo como historiador religioso, e não como historiador político.

Seu interesse por assuntos que diziam respeito aos sacerdotes não o levou a perder de vista os profetas e seu mundo. Pois além de fazer uso extensivo dos anais (por exemplo, "o livro dos reis de Israel e Judá" e muitos outros registros que não chegaram até nós), ele também se valeu de coleções de citações de profetas como Samuel, Natã, Gade e Ido.

Isto nos incentiva a respeitar a forma cuidadosa com que reuniu e selecionou seu material.

Para o período de Esdras-Neemias, o compilador pôde usar as memórias de ambos (note o uso da primeira pessoa do singular em Ed 7.27--9.15 e Ne 1.1--7.5; 13.6-31). Na verdade, a tradição judaica afirma que o Cronista era o próprio Esdras, e isto não é de todo impossível. O que podemos dizer com boa dose  de segurança a respeito do Cronista, se é que realmente existiu apenas um, é que ele provavelmente fazia parte do pessoal que trabalhava no Templo; que era um homem de profunda devoção (veja as diversas e belas orações contidas em sua obra); e que ele escreveu no final do século 5 ou início do século 4 antes de Cristo.

Conheça também o Calendário de Israel. Click na foto, lado direito, e saiba mais:

A foto, ao lado, mostra um auxílio 

simples para lembrar as

estações do ano agrícola. As anotações,

em hebraico, foram gravadas sobre

pedra calcária por volta de 900 a.C.

Encontrado em Gezer, este artefato

é conhecido como o "Calendário de Gezer".

Calendário de Israel

mapa tribos Israel

Jacó vive os últimos 17 anos de sua vida no Egito. 

Ele pede a José que faça um juramento de que ele vai enterrá-lo na Terra Santa. Ele abençoa os dois filhos de José , Manassés e Efraim , elevando-os ao status de seus próprios filhos como progenitores de tribos dentro da nação de Israel.
O patriarca deseja revelar o final do dia para seus filhos, mas é impedido de fazê-lo.
Jacó abençoa seus filhos, atribuindo a cada um o seu papel como uma tribo, de Judá produzirá líderes, legisladores e reis ; sacerdotes virá de Levi, estudiosos de Issacar , marítimos de Zebulon ,
professores de Simeão , soldados de Gad , juízes de Dan , olivicultores de Asher , e assim,
Ruben é repreendido por " contaminar a cama do casamento de seu pai "; Simeão e Levi, pelo massacre de Siquém e o complô contra Jose. Naftali é concedido a rapidez de um cervo , Benjamin com a
ferocidade de um lobo, e José é abençoado com a beleza e a fertilidade.
Um grande cortejo fúnebre composto por descendentes de Jacó , ministros de Faraó, os principais cidadãos do Egito e da cavalaria egípcia acompanha Jaco em sua viagem final para a Terra Santa , onde ele está enterrado na Caverna Macpela em Hebrom .
Jose, também, morre no Egito, com a idade de 110. Ele também orienta que seus ossos fossem levados para fora do Egito e enterrado na Terra Santa, mas isso viria a acontecer apenas com o êxodo dos israelitas do Egito.

Gênesis 47:28-50:26

 

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